É DA MINHA VIDA QUE EU FALO (quero lá saber da vida de outros.)
O CANTINHO DA FORÇA DA RAZÃO - LAMEGO
Este espaço não é, nem serve para atacar alguém, mas sim um espaço informativo e formativo da ASPP.
sexta-feira, 26 de abril de 2024
É DA MINHA VIDA QUE EU FALO (quero lá saber da vida de outros.)
quarta-feira, 24 de janeiro de 2024
é da minha vida que eu falo - janeiro - 2024
O PUBLICO
quarta-feira, 15 de março de 2023
SERVIR A PÁTRIA NÃO É SERVIREM-SE DA PATRIA.
Sobre a tal insubordinação dos marinheiros:
terça-feira, 31 de agosto de 2021
é pá...
«naquele dia, estava um frio de rachar. o auricular deu lugar ao som da coluna externa do pequeno rádio a pilhas que estava pousado na saliência de uma pedra, junto à porta de entrada do prédio da residência particular do presidente.avisado pelo bodygard, o policia assumiu uma posição de segurança, e, estando tudo normal, deu ordem para avançar as viaturas.
quarta-feira, 30 de junho de 2021
é da minha vida pessoal que eu escrevo...
Naquele dia ouvimos a comunicação via rádio para a patrulha se deslocar para a estação de Queluz da CP onde uns indivíduos de etnia cigana estavam de banca montada nas plataformas do acesso dos passageiros aos comboios e já haviam ameaçado de morte os funcionários da CP e recusavam-se a abandonar o local.
quarta-feira, 28 de abril de 2021
é da minha vida que falo...
PORTUGAL A HISTÓRIA DE UMA NAÇÃO", " DA LUSITANIA A PORTUGAL" e "PORTUGAL A PRIMEIRA NAÇÃO TEMPLÁRIA", para este miúdo sossegar e recuperar.
quarta-feira, 22 de julho de 2020
é da minha vida que escrevo
Meus senhores, e minhas senhoras!
Aos 8 anos por motivos profissionais, mudaram-me para Toitam, Moimenta da Beira, onde cresci, me formei enquanto pessoa, através da via escolar e através da sabedoria e educação familiar.
Durante 12 anos colaborei como guitarrista, acordeonista, motorista, dançarino na rancho folclórico de Moimenta da Beira e, finalmente, frequentei um dos cursos que me tornou "musico": Curso de Animadores CULTURAIS, na ACERT de Tondela.
Tenho de resumir...
(...) em 1992, frequentei o curso de formação de guardas da PSP, em Santarém e desde então, até hoje, em completa disponibilidade, dedicação orgulhosamente da instituição que honrosamente represento. Ciente que, os dois juramentos que fiz, por Portugal, não pelo governo X ou Y, me vinculam a Valores Morais e Éticos, tenho consciência que até hoje, não tenho telhados de vidro, apesar de, desde 1995, ser membro activo do maior sindicato da PSP: a ASPP.
Até hoje, desde que tenho consciência, nunca deixei que nenhum outro humano me pisasse, me humilhasse, me tentasse fazer o que fazem a outros, portanto, será agora que vou mudar?
Não sei se por efeitos do efeito colateral COVID, se por outras razão, vejo cada vez mais uns artistas, na Sociedade Portuguesa, verbalizando, fazendo, a ESTAR de forma estúpida, no SABER burra, ou ignorante, querendo impor ideologias, medos e ansiedades particulares, a quem não segue a voz do dono.
Sei que ando triste, as ideias destruturadas e muita revolta interior, mas até que fique num cantinho, calado, mudo e só responder às ordens do dono, isso são outros milhões e enganos, meus amigos.
Sou livre, gosto da minha zona de segurança, respeito a vossa, mas, aviso, sem ameaça, não ultrapassem a linha.
Não queiram entrar na minha Liberdade... nem quero aplausos.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
é só da minha VIDA que escrevo...
lembro-me de pequenito, na escola, a dar porrada nos grandes quando os grandes se metiam connosco os pequenitos e frágeis...
lembro-me de me terem partido a cabeça várias vezes na defesa de outros...
lembro-me de entrar em lutas para defender outros e depois ficava sozinho a levar, mas mais a dar...
lembro-me no ciclo, porque nos obrigaram a ir comer à cantina da secundaria, a não admitir e a levar carolos, rispostado a murro e a saltos à Bruce Lee, quando os mautulões, naquelas filas que iam desde a cantina da secundária ao ciclo, vinham a colocavam-se à nossa frente e o sr. Cândido, não dizia nada...
o actual presidente de câmara e outros eram artistas nessa intromissão!
lembro-me de na tropa, nunca ter admitido praxe, nem admito que fizessem a outros... porrada forte e grossa nas entradas do bar de soldados...
lembro-me de na psp, nunca ter tomado partido pela parte mais forte, sempre protegido quem necessitava, fosse branco, preto, grande, pequeno, rico ou pobre, saudável ou ferido, colega ou criminoso...
lembro-me de na cp metro ter pago almoços, matado a fome a muito emigrante ou indocumentado sem bilhete, detidos, com o meu dinheiro...
lembro-me de dar dinheiro a insituiçoes, pedintes, ser associado e pagar cotas em instituições de solidariedade social...
lembro-me de nunca ter permitido que se abusasse moral, verbal, fisicamente, contra qualquer pessoa sob a minha autoridade, detida, nem superiores hierárquicos, lhes tocavam... se o fizeram foi sem eu ver... e quando aconteceu algo mais grave, quem praticou os "abusos" sofreram consequências...
lembro-me...
enfim... lembro-me de tanta coisa porque as vivi, senti e agora vem estes cromos e estas cromas do Partido Socialista, do Livre, do Bloco do "caralho que os foda a todos e todas" denegrir um passado, um presente, que responde pelos meus actos, enquanto pessoa, enquanto profissional, quem quer APAGAR as minhas memórias, a minha personalidade e matar a minha integridade pessoal?
mas quem são estas "cromas", este gentinha que nem merece sequer a PAZ que eu e outros, na medida da nossas capacidades, tanto sacrifico deram a Portugal e aos portugueses, às pessoas de qualquer nacionalidade e credo?
quem são estes jornalistas de "meia tijela", "burros" que devem ter tirado o curso em escolas ou madrastas de "fazer abichanados", "fazer afeminados", "fazer ratinhos..."?
eu lembro-me...
e, deixem-me em PAZ, porque estou cansado...
exigiram, cumpri!
hoje, tenho o direito de exigir os meus direitos pessoais, individuais e intransmissíveis, já que há poucos, com o DEVER ou força para dizer BASTA e proteger, estão calados, que nem "ratinhos" - na Zona de Conforto não vá o António Costa, hoje, ou amanhã outro ministro, estragar a promoção ou a progressão.
BASTA... sou cidadão de Portugal.
Exijo respeito pela dignidade da minha pessoa Humana.
sábado, 28 de dezembro de 2019
é da minha vida que falo - dezembro de 2019
Não! Não era bem assim, diziam eles...
E, tiveram razão, levaram a deles avante, até que, através da Revisão Constitucional de 2001, PS, PSD e CDS, com votos contra do PCP, Verdes e Bloco de Esquerda, alteraram o famoso artigo 270º - abriram a porta à até então permitida greve, colocando no texto a proibição do direito à greve a policias e deixei de ter os argumentos que até então eu sabia ser as únicas ferramentas que nos davam esse direito: nós não éramos militares e o artigo 270 era omisso às forças de segurança.
Fiquei fulo!...
Os anos passaram, desde 1993, reuniões, viagens, manifestações, noites mal dormidas, perdi tempo com a dedicação honesta, voluntarioso e desinteressada, acreditando que, a minha força, a minha irreverencia e intelectualidade, baseada no realismo da força da verdade, conseguiria fazer a tal diferença que notava outros não tinham, quer no passado, quer no presente.
Assim e por fim, a bem da minha sanidade mental, a tal ASPP que me sufocava, aquilo invisível que não me libertava, que não me dava a independência e coerência que preciso, por respeito e lealdade institucional e pessoal a quem me levou para a direcção da ASPP/PSP, deixou de fazer sentido e deixou de haver substancia para me deixar acorrentar.
Até novas eleições na ASPP/PSP não me demito do cargo para o qual fui eleito pela lista do Paulo Rodrigues, mas a minha participação activa e passiva, acabou.
Hoje, amanhã, o futuro, pertence-me, é meu, e se o é, é por direito próprio porque não devo nada a alguém.
terça-feira, 1 de outubro de 2019
É da minha vida pessoal que falo.
Enquanto profissional, desde os bancos da Escola Prática de Policia, no polo de Santarém, ouvi expressões futuras, disto e daquilo, se não mudasse de ideias, comportamentos e actos. Nunca mudei uma linha… fiz juramento, recebi carteira profissional e num universo de mais de 900 fiquei nos primeiros 200 e não fossem as provas físicas, factor 3, nos primeiros 10. Atenção, tentativas de ameaça, coação somente pela minha “opinião”, “expressão” e “actos” de não conformação com ordens ilegítimas, ideias erradas e preconceitos ou propósito de pratica de abusos no campo dos direitos, liberdades e garantias de TODOS, em excepção.
2- Não gostei de ser informado que, supostamente, o sr. deputado José Junqueiro, cito “ Ele quer-te fazer a folha!», depois da publicação de uma visita no partido socialista às instalações da PSP sem que os senhores políticos viessem conversar com os dirigente sindicais locais.
Mas isto de gostos é simples para mim. Ignora-se ou não, depende do grau da ameaça ou do gosto!
Doravante, vou dar nome aos bois.
Se tiver de reagir, reagirei.
Se tiver de agir, agirei, sem perder o foco numa coisa: DIZER A VERDADE, CUMPRIR AS LEIS E SER O PRÓPRIO.
Enquanto tiver arbítrio da minha cidadania, da liberdade sindical, há-de vir o primeiro ser humano a quem prestarei a vassalagem do beija anel do dedo... O primeiro.
Alguns mortos e vivos pedem-me que lhes faça JUSTIÇA, contando a VERDADE.
sábado, 1 de junho de 2019
é da minha vida que falo... AI O MEU MENINO!
Quem conhece a rua do salitre é uma rua de sentido único que convida a acelerar. Por isso naquele noite, um triste de um condutor ia ter o maior azar da vida dele ao sair daquela rua bem amassado e passado.
Atento, como sempre, adivinhei que algo ia acontecer. E aconteceu!
O caraças do cão fugiu das rédeas da senhora, mete-se à frente do carro que descia a rua, o condutor trava e "pum". Já era um cão.
A senhora entra aos gritos "ai o meu menino", "ai o meu menino", ao mesmo tempo observo que o cão, sai por debaixo do carro e sai na direcção oposta à da dona.
Surgem 4 ou 5 homens que saíram de um café, tasca ou sei lá o que lá havia naquela altura que ao som do ruído do "ai o meu menino", " ele matou o meu menino", à portuga, um deles nem pergunta nada ao condutor. Pela janela, aberta, esmurra-o, uma, duas... sei lá perdi a conta. Ao mesmo tempo tirava o rádio da cintura e pressionava o botão enquanto para o micro e para a rede, dizia "Tejo 80", "Tejo 80", " Envie reforço para a rua do Salitre...", "pancadaria...".
Nos meus cerca de 72 kg, muito bem preparado fisicamente, com menos de 30 anos, fazer um sprint até ao local foi canja.
Contudo, junto à viatura, já o condutor estava no chão, deitado, retirado porque abriram a porta e à porrada teve que ir para o chão, enquanto um deles gritava "não sabias vir devagar", "assassino"... ao mesmo tempo o rádio não se calava "Brioso (...) diga o que se passa" e a velha "ai o meu menino"...
Assim que cheguei perto do Rambo, com o movimento de corrida, rodopiei sobre mim próprio em salto, no ar desferi um pontapé no peito do tipo que foi projecto para aí 2 a 3 metros... a subir! Há outro que coloca a mão no ombro, desferi-lhe um pontapé lateral, projectei-o mais 2 ou 3 que estavam atrás, entrando todos pelo mesmo lugar que haviam saido. Quanto aos demais, pedi-lhe calma e que tivessem moderação porque o menino era um cão e o cão estava do outro lado do passeio...
Como sempre, mais de uma dezena de pessoas, 1 policia, e um caralho de uma voz no rádio que não se calava... não foi difícil serenar os animo. O Rambo depois de saber que o menino era um cão e que havia sido a dona que o tinha deixado fugir, quis logo bater na velhota. O triste, todo partido e com sangue na cara do condutor só me perguntava se podia ir embora - de nada valia dizer-lhe que se quisesse apresentar queixa eu detinha aqueles indivíduos todos-, e o caralho do rádio a "berrar". Desliguei o rádio. Depois de serenar tudo... umas desculpas para aqui, outras para ali, recusar beber umas cervejolas com os voadores dos pontapés, lá regressei ao meu posto, junto à porta da Embaixada.
Uns 15 minutos depois, aparece um CP, o Archote, com o subchefe X e condutor Y, despreocupados, calmos! O que é que se passa?
Um cidadão que se encontrava ao meu lado, era pessoa habitual a conversar comigo, quando ali estava sozinho, 3 horas a guardar uma porta, lá explicou o que tinha acontecido. Nem lhes dirigi a palavras porque só pensava em fazer àqueles dois policias o mesmo que os anteriores haviam feito ao condutor.
Naquele dia aprendi que o Tejo 80... era uma treta.
Que, apesar de estar apenas há uns dias naquela esquadra, os vícios, as atitudes dos meus camaradas, ou me safava sozinho, ou era comido pelos lobos.
Que para sobreviver em Lisboa, com a formação de auto-defesa policial (2 aulas em 6 meses), sem apoio de colegas, teria de ser Eu próprio, teria de SER à minha maneira porque a PSP não me tinha preparado para ser PSP, nem havia apoio de outros.
Depois daquele dia... tudo mudou e nunca mais precisei de ninguém para fazer o que tinha de ser feito.
Se quiserem escrevo data, hora e nomes...
Nota: antes de ser "bófia" pratiquei Taekwond, no Loios em Viseu e aperfeicei técnica batendo num saco de areia, pendurado preso a uma trave num armazém dos meus pais, em Toitam.
terça-feira, 28 de maio de 2019
é da minha vida que falo- maio 2019
Sabeis vós o que é sangue humano, de um amigo, de um colega, nas vossas mãos, nas vossas roupas?
Sabeis vós o que é motivar a Vida e gritar para que a Morte não leve o colega que verte sangue pela boca, nariz... e pelos dois orifícios da cabeça.
Sei EU. Sinto EU.
Se o Morais errou ou não, não arrogo a competência humana a julgar, nem a apontar o dedo? Não sinto as percepções dada pelos sentidos do que viu, ouviu, cheirou, tocou...
Não fosse amante da Vida e daquilo que faço, por respeito a esta pessoa, abria o meu diário...
Um diário que tem nomes, locais, ocorrências... um diário onde a Vergonha tomaria conta de vós - vis crápulas-, escondidos debaixo de um perfil e não só e de pessoas Honradas, Honestas por ter conhecimento do que está lá escrito. Factos. Registos.
Mais uma vez, ontem, apesar da minha boa disposição, porque ao contrário de muitos de vós eu gosto de confusão, gosto de ser picado, gosto de sentir-me vivo, senti pena de muitos de vós. A vossa inutilidade não sabe CONSTRUIR. Só destruir.
Sois pequenos... muito pequenos.
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Estado de Direito sem Direito ao Direito.
Ora, se o "local" for achado como um adjetivo, até se poderá considerar o "local" como uma região, uma localidade, uma ilha, um continente...
Mas, de acordo com a lei sindical da PSP, o Código do Trabalho, em grosso modo, o "local de trabalho", neste caso o "local" penso ser mais um substantivo, e, como tal, sendo substantivo tem como sinónimo, um "lugar", um "sitio", "serviço", circundado a um espaço, a uma função.
Ora, a esta decisão evoca, igualmente, um acórdão de 2006, do TCA do Norte, bolas, 2006??????, o qual, no seu douto despacho, o tribunal considera o "local", como "espaço regional".
Ora, por aqui se vê, que o direito, ou o "local", se tiver força de adjetivo até se poderá considerar um local como uma região, uma localidade, uma ilha, um continente... ", o tal "espaço regional", mas e se é um substantivo?!
Aqui chegado, na lei atual, os delegados da PSP, são eleitos por esquadra (unidade orgânica), ou seja por "lugar", "serviço", é substantivo, assim, como leigos se sabemos isto, como podem doutores das leis, achar o "local" como um adjetivo, "região", neste caso, mesmo edifício, concelho, distrito, região...
Sabem uma coisa!
Fui... porque estamos entregues a bichos...
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
as aparências iludem...
Na caixa apresentei-me com a minha caderneta e com olhares discretos mas desconfiados fui encaminhado para um colaborador do banco, uma cara completamente desconhecida.
Na frente dele, o homem, sentado a teclar as teclas do computador, nem respondeu ao meu "boa tarde" e enquanto me olhava de soslaio e virava o visual daquele quarentão quase cinquentão com vestuário à jovem barbudo, meio desconfiado, ora olhava para os papeis, ora para o ecrã do monitor do computador, ora para mim. Ao fim de uns segundos, sentei-me! Fiz-me de convidado. E, pronto ali estivemos os dois, certamente um a dois minutos, em silêncio até que o homem provou afinal que falava... português! «Então o que deseja». «Boa tarde!», repeti. Rapidamente, não sou burro..., apercebi que o meu "look" tinha induzido no pensamento do trabalhador, um juízo diferente, e, então, não tivesse tido aulas de expressão dramática e teatro há muitos anos atrás, entrei no "filme de coitadinho". Assim lá disse ao sr. que tinha ali naquele banco uns trocos e gostaria de saber quando terminava o vencimento da conta, mas antes de explicar mais, face ao desinteresse e esforço do homem em me querer atender, enquanto isso desfazia-se em sorrisos para um cliente dos tribunais conhecido sobre "existência de bens", quem não sabe, são aqueles senhores, podemos ser qualquer um de nós, que é alvo de penhoras, solicitadores, dividias, etc...
Bem entreguei a caderneta ao homem e recostei-me para trás na cadeira tipo à patrão, com a pala da boina virada para trás. Se aquilo era para ser assim, então continuasse a comédia.
O homem a custo, pega na caderneta, digita uns números e... os olhos ficam abertos, suspende a respiração, um rumor vermelho assalta as faces, endireita-se na cadeira, o discurso de arrogante, irónico passa para o harmonioso, lambe botas, e delicado disse " ah! não sabia que era cá nosso cliente... enquanto virava a conta". Entretanto, entra a "gestora de conta" que de sorriso da face a face me faz a vénia de cumprimentar com um aperto de mão, e, lá sussurra algo ao ouvido do homem.
O homem, desfaz-se em mil pedidos de desculpa, não o humilhei nem reagi, indiferente, ouvi aquilo que tinha para ouvir, levantei-me, ele esticou-me a mão para cumprimentar e dei-lhe a minha, saí e continuei. Na semana passada, levantei o dinheiro todo e está noutro banco.
Levo este texto a vocês que o quiserem ler apenas com uma finalidade, porque quem me conhece, sabe o meu método de trabalho, quem me viu crescer sabe como sou e sei estar, por isso sabe quem é o JESUS ou o sr. SANTOS, independentemente de como se veste.
Para esses continuem porque serão sempre merecedores dos meus esforços e respeito, para os outros, cuidado, as aparências iludem! E, saem bastante caras.














