Este espaço não é, nem serve para atacar alguém, mas sim um espaço informativo e formativo da ASPP.
sábado, 23 de maio de 2015
o tempo não para
Há vinte e três anos atrás, em Santarém, estava longe de pensar que hoje ainda seria policia. Assim, recordo-me da pergunta do entrevistador, em Coimbra, sobre os motivos de estar a concorrer à PSP: «(...) estava em casa sentado no sofá a ver a rtp 2 quando apareceu na tv a publicidade que estava aberto concurso para guardas da PSP». Ainda hoje recordo a cara de admiração do entrevistador. Não lhe disse que sonhava em ser policia, aquele blá, blá que ouvi na sala enquanto esperava da boca dos outros candidatos. Tal como então «vou concorrer. se entrar tudo bem, senão logo se vê» e «mesmo que entre, se não gostar... saio.». Lá entrei e vinte e três anos depois ainda «gosto» de cá andar! Não sei porquê, nem para quê, nem por quem. Por mim, pelos outros, por nada...
Ao longo deste 23 anos vi, ouvi e tive conhecimento de factos, rumores e suspeições que dariam para um argumento de um filme de terror, mas com capítulos de amor, amizade, altruísmo, camaradagem, sacrifício, sangue e lágrimas. Talvez por isso por começar a ficar «velho», começo a não ter paciência para aturar certos «garotos adultos», nem para ouvir «aldrabões». Não está a ser fácil gerir sentimentos e ficar indiferente a tudo e todos. Não está a ser fácil, apesar da minha gestão interior, sempre pacifica e mediadora de não confronto.
Recordo-me da promessa que a PSP me fez «tem direito a 25% em contagem de tempo de serviço, tem direito a assistência médica gratuita bem como toda a sua família e ao fim de 36 anos de serviço, pode sair para a pré-aposentação». Eu, nem pensei nisto... não pedi nada. A PSP é que me prometeu isto há 23 anos atrás.
Hoje, não tenho percentagem dos 25%, dizem-me que quando passar à aposentação terei que pagar esse tempo que «me deram», a minha família perdeu a assistência médica, eu passei a descontar e a pagar mensalmente a minha própria assistência médica, cada vez sou mais mal servido e no resto, bem no resto nem comento, nem quero pensar ainda.
Ao longo de toda a minha vida ouvi histórias e promessas de vários tipos de aldrabões e mentirosos. Nunca acreditei na maior parte daquilo que sai da boca de políticos, porque eles não tem noção da realidade, mas acreditava em certos Homens que sempre iriam gerir a PSP. Cada dia que passa, amargurado, começo a sentir raiva e ao mesmo tempo um vazio de nada. O tempo não para.
sábado, 16 de maio de 2015
sábado, 2 de maio de 2015
mensagem sem sentido...
Por coincidência, eu José Santos, como muitos aqui tem conhecimento, dirigente (por enquanto) da ASPP/PSP e um dos co-responsáveis pelas publicações sob o perfil aspplamego, também ando a ler um livro - instrumentos de sabedoria e informação - sobre a Inquisição e o Santo Oficio em Portugal.
Tal como se lê na interpretação do livro, cujas palavras têm a realidade do autor, a realidade do Séc. XIV e o Séc. XX e XXI, analisada com simplicidade, é uma coincidência com a realidade actual, mas sob outras formas e com outras personagens. Naqueles tempos matava-se a pessoa através da Dor, com algo aproveitado pelos «denunciadores» e «juízes» como «blasfémias, heresias...». Assim, as vitimas, da inquisição e dos seus Juízes, sofreram atrozes sofrimentos e morreram, de preferência para o Povo, «pobre e inculto», queimados.
Quem imaginar aquele cenário e o actual vai constatar que podíamos apenas mudar os nomes das coisas que muitas daquelas coisas não mudaram de nome.
Salazar, inteligente, sabia isso, por isso também ele manteve e quis manter o Povo «pobre, estúpido, inculto e medroso»...
A virtualidade do 25 de Abril, na essência dos autores - Salgueiro Maia e outros- foi trazer a Liberdade ao Povo. Libertar o Povo.
Reduzindo a nossa importância ou microscópico, porque só somos observados por lentes redutoras da nossa importância, devido ao nome do nosso «provincialismo», contudo, e mesmo assim, desde quinta-feira que somos alvos de tentativa de censura, alvo de falta de respeito, por parte de dois ou três «amigos».
Pegando no inicio deste texto, existindo a Inquisição, ou a PIDE, creio que, hoje, apesar de sábado, estaríamos a ser transportados numa carroça - a levar nas trombas - ou até mesmo já estaríamos a arder se essas pessoas tivessem Poder.
Tal como no passado, hoje, devido ao Julgamento, aos interesses pessoais de uns, querem crucificar, querem silenciar quem faz, pensa, diferente.
É, assim, um absurdo que hoje, devido a «blasfémias ou heresias» que aqui publicamos, quase todas visando um Fim, que podem ser contornadas com «Gosto» ou simplesmente ignoradas, quer publicamente, quer através de mensagens privadas, ler palavras escritas, supostamente, por policias, contra policias, mesmo que «estivéssemos errados e tivéssemos escrito estupidez».
Não nos esqueçamos das lições que a História nos dá porque a realidade é igual.
Tal como se lê na interpretação do livro, cujas palavras têm a realidade do autor, a realidade do Séc. XIV e o Séc. XX e XXI, analisada com simplicidade, é uma coincidência com a realidade actual, mas sob outras formas e com outras personagens. Naqueles tempos matava-se a pessoa através da Dor, com algo aproveitado pelos «denunciadores» e «juízes» como «blasfémias, heresias...». Assim, as vitimas, da inquisição e dos seus Juízes, sofreram atrozes sofrimentos e morreram, de preferência para o Povo, «pobre e inculto», queimados.
Quem imaginar aquele cenário e o actual vai constatar que podíamos apenas mudar os nomes das coisas que muitas daquelas coisas não mudaram de nome.
Salazar, inteligente, sabia isso, por isso também ele manteve e quis manter o Povo «pobre, estúpido, inculto e medroso»...
A virtualidade do 25 de Abril, na essência dos autores - Salgueiro Maia e outros- foi trazer a Liberdade ao Povo. Libertar o Povo.
Reduzindo a nossa importância ou microscópico, porque só somos observados por lentes redutoras da nossa importância, devido ao nome do nosso «provincialismo», contudo, e mesmo assim, desde quinta-feira que somos alvos de tentativa de censura, alvo de falta de respeito, por parte de dois ou três «amigos».
Pegando no inicio deste texto, existindo a Inquisição, ou a PIDE, creio que, hoje, apesar de sábado, estaríamos a ser transportados numa carroça - a levar nas trombas - ou até mesmo já estaríamos a arder se essas pessoas tivessem Poder.
Tal como no passado, hoje, devido ao Julgamento, aos interesses pessoais de uns, querem crucificar, querem silenciar quem faz, pensa, diferente.
É, assim, um absurdo que hoje, devido a «blasfémias ou heresias» que aqui publicamos, quase todas visando um Fim, que podem ser contornadas com «Gosto» ou simplesmente ignoradas, quer publicamente, quer através de mensagens privadas, ler palavras escritas, supostamente, por policias, contra policias, mesmo que «estivéssemos errados e tivéssemos escrito estupidez».
Não nos esqueçamos das lições que a História nos dá porque a realidade é igual.
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