quinta-feira, 27 de março de 2008

O QUE É ISTO?...


Meu Senhores, isto será verdade?
Então, estamos a evoluir…
Uma viatura destas está habitualmente parada na recta entre o Ramalhão(Sintra) e o Autódromo do Estoril.Outra no IC19 entre Mem martins e a saída para Mafra/Ericeira etcNovo modelo de radar - DIVULGUEM!!
Isto já cá está!Prevenir ..... sim! Educar ... sim! Sensibilizar ... sim! ...Caçar, á procura de €uros, NÃO!Aquilo não é um radar é uma 'arma' de caça!
E agora diz-me:Não tens pena de viver num País assim?

créditos ao autor.

sexta-feira, 21 de março de 2008

NÃO HÁ SUBCHEFES NEM CHEFES


Inédito, surreal, inexplicavél, apenas um chefe escalado e a prestar serviço..., durante a época da Pascoa. Como é possível?!... Os restantes foram de Férias, Baixas e Assistência e muita, mas mesmo muita má gestão.

E agentes?!... São as férias, baixas, diligências, mas ficaram alguns "escravos" para fazer o trabalho.

E, finalmente, Oficiais, "no coments"...

No entanto, os tristes dos agentes que ficaram, mesmo que doentes da " mona" ou com pouca motivação face ao belo exemplo vindo de cima e que é dado pelos ditos "superiores" que vai trabalhar nos feriados, nem uns excessos por conta do trabalho prestado nesta altura. NADA, aquele maldito texto do fax não permite...
Pois é, seria neste momento que os verdadeiros lideres faziam a diferença (mandavam passear o fax e davam os excessos), mas infelizmente não fazem e não permitem.

quarta-feira, 19 de março de 2008

AVALIAÇÕES DO MÉRITO

As avaliações ao mérito feitas ao pessoal que presta serviço em Lamego estão feitas. Os avaliados estão a receber as notas.

" Quantas são. Venham elas, não tenho medo de ninguém!..."

Pois é, mas 5 valores numa escala de 10, faz ferver os azeites a qualquer um...

Contudo, bonito vai ser quando estas avaliações se refletirem nas progressões: em 3 anos tem-se de ter pelo menos 2 (duas) de Bom ( 6,7 ou 8 valores).

Com o 5 (cinco), é só Suficiente...

FORMAÇÃO 3


Esta é, será que é, a solução ideal para efectuar formação de tiro reactivo, prático? !...
A saúde do pessoal (pólvora no ar devido às partículas minúsculas que são respiráveis) estará garantida neste tipo de formação? O pessoal que sofre de doenças respiratórias está informado das consequências possíveis da exposição a este tipo de ambiente? Quem fiscaliza as condições deste tipo de equipamento? Tantas perguntas e nenhuma resposta, pelo menos que nós as saibamos dar.

sábado, 15 de março de 2008

Formação 2

Andam por aqui piratas informáticos ou o quê!... Isto dá para desconfiar. Desapareceu...

quinta-feira, 13 de março de 2008

FORMAÇÃO EM VISEU

Uma das principais obrigações e funções da PSP é ministrar formação e informação aos seus subordinados. Contudo, formação e informação é uma miragem.
Não há aulas nem teóricas nem práticas, não há elementos a praticar técnicas-policiais nem de defesa pessoal. Lá vai havendo umas formações na sala de formação na sede do comando para onde os elementos são, criteriosamente ( quase sempre são os mesmos), nomeados para uns dias em Viseu (falando do pessoal que presta serviço em Lamego).
E quanto à formação de tiro, sem comentários. Aliás, há quem diga, não sabemos se é verdade, que existe no edifício da PSP de Viseu, um espaço que foi projectado para uma carreira de tiro. No entanto, e por agora as sessões actuais de tiro prático são efectuadas à pressa nas carreiras de tiro "alugadas" ou no camião da PSP, cumprindo-se os períodos da forma que são superiormente determinados cuja finalidade se esgota na missão cumprida, mesmo que os elementos saiam de lá sem saber desmontar a arma que lhe está distribuída, normalmente STAR`s. Agora vêem, e falam de avaliação de tiro! Dá mesmo para rir!...
Caricato ou não, todos os comandos de polícia possuem uma equipa de formação permanente de técnicas policiais, mas Viseu é uma excepção. Os actuais elementos formadores são agentes que cumprem serviço operacional normal e excepcionalmente são convocados para dar umas formações de tiro, para "inglês ver". Pena é que existindo dois excelentes quadros, ex-operacionais do GOE, com provas dadas naquilo que valem, estejam subaproveitados.
O pessoal só tinha a ganhar se fosse criada uma equipa permanente de formação, mas para já está entregue a teóricos. Porquê, não interessa que o pessoal esteja preparado e motivado? Parece que não, para não se apostar na formação.
Isto assim não é formação. É uma "espécie" de formação e não há Moral para os avaliadores avaliarem.
Em Viseu existe igualmente um ginásio, ou melhor um espaço que foi criado para ginásio, às moscas e entregue ao pó. É mesmo para perguntar: será que ninguém aposta na formação física e dá utilidade ao espaço dignificando a própria imagem da PSP?
E no acesso à informação. Vejam só isto, dão formação SEI, tudo é feito nos computadores, até a ordem de serviço não sai do computador, e computadores para trabalhar e para se informar? Quantos para quantos agentes?!...
E computador para se informarem.
A titulo de exemplo, alguém sabe quantos pertencentes à PSP e ligados à rede existem em Lamego?
Já agora, quantos gabinetes de Srs. Oficiais ou Srs. Chefes de Serviços estão sem computadores? Agora imaginem o pessoal operacional..., ena tantos, e computadores?
Vale a pena meditar nisto.
Alterada e republicada pelo Blog.
Créditos aos autores.

terça-feira, 4 de março de 2008

Segurança é palavra desconhecida

Os profissionais da PSP continuam à espera de ver consagrados direitos que dizem não ter. As queixas são mais que muitas e vão desde a falta de meios, até à falta de segurança, passando pelo mau estado das esquadras. Problemas que dizem ser antigos, mas ainda sem solução.-Ana Caridade - O Primeiro de Janeiro.
A lista de doenças profissionais que podem afectar os agentes da Policia de Segurança Publica é extensa e nada animadora. Para além do stress pós-traumático e dos altos níveis de ansiedade, as doenças coronárias e as oncológicas têm nos polícias uma incidência superior à média. O suicídio, a dependência de álcool e drogas e os distúrbios do sistema nervoso também estão há muito associados à profissão. Motivos que, na opinião dos profissionais da PSP, são mais do que suficientes para que o poder político olhe para eles com outros olhos. Querem garantias de segurança, querem acesso privilegiado à saúde, querem estar informados, querem investimento na prevenção. Apesar das reivindicações, dizem que a única coisa que têm recebido é uma mão cheia de nada. Durante um seminário que aconteceu na sede distrital do Porto da Associação Sindical de Profissionais da Policia/PSP, o discurso de revolta foi transversal. Discutia-se Saúde e Segurança no Trabalho, palavras que não fazem parte do dicionário das forças de segurança portuguesas. Na verdade, são excluídas de todos os tratados, artigos e leis que consagram a segurança no trabalho. O artigo 118 do tratado que institui a Comunidade Económica Europeia, tem como finalidade assegurar a segurança dos trabalhadores que fazem parte deste espaço económico. Esse artigo entrou em vigor em Portugal em 1991 e é valido para todos, menos para os profissionais das forças policiais que são expressamente excluídos. O mesmo acontece com o código de trabalho que bane do seu braço legal as forças de segurança. Só a ConstituiçãoMadalena de Lima, advogada e investigadora da Universidade Autónoma de Barcelona no campo da segurança no trabalho diz que, perante este cenário, os polícias deste país só têm a Constituição do seu lado. “Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções politicas ou ideológicas, têm o direito à prestação do trabalho em condições de higiene e segurança” pode ler-se no artigo 59º da Constituição da República Portuguesa. Uma prática que, segundo a especialista que se tem debruçado sobre a questão da segurança nas forças policias, “é completamente desconhecida dentro das forças de segurança”. Madalena de Lima defende que em Portugal deveria existir “uma legislação que se adaptasse à real situação dos profissionais da polícia que não podem ser considerados trabalhadores como outros quaisquer”. Isto porque, “os polícias estão sujeitos a pressões, a riscos e a perigos que a grande generalidade das profissões não acarreta e que lhes aumenta em muito os níveis de ansiedade”. A investigadora disse ainda que “a falta de meios é uma das principais fontes de stress e que a desadequação desses meios, como sejam os carros e as armas, são responsáveis pela grande maioria das doenças profissionais que afectam os agentes”. Segundo Paulo Teixeira, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia/PSP (ASPP/PSP), em Portugal, nos vários sectores de actividade, incluindo sectores da Administração Pública, “foi necessário muito tempo para que se reconhecessem até que ponto as condições de trabalho e a produtividade se encontram ligadas”. Numa primeira fase, diz o responsável, houve apenas percepção da incidência económica dos acidentes de trabalho, onde inicialmente só eram considerados os custos directos relacionados com a assistência médica e indemnizações. “Só mais tarde se começaram a considerar as doenças profissionais”. Começou então a perceber-se que os custos indirectos dos acidentes de trabalho e as próprias doenças profissionais – com a perda de horas de trabalho, interrupções no serviço, custos inerentes à recuperação dos profissionais – são geralmente quatro vezes mais elevados que os custos directos.“Mais uma vez a PSP demonstrou não saber acompanhar o ritmo da evolução da sociedade em geral, perfilando-se actualmente nas fileiras da primeira fase desta matéria, onde a maior preocupação, no que diz respeito aos acidentes de trabalho, ainda reside na problemática da incidência económica na área da assistência médica e indemnizações. Longe, portanto, do princípio de que prevenir é sempre mais barato que curar”, realçou Paulo Teixeira.

sábado, 1 de março de 2008

SEGURANÇA E HIGIENE NA PSP

«A polícia portuguesa está a anos-luz daquilo que seria adequado em termos de segurança, higiene e saúde no trabalho» ,disse Paulo Rodrigues, da ASPP, que esta manhã promoveu um seminário sobre Segurança e saúde no trabalho na PSP.

Segundo referiu, classificando de um a 10 essas condições, a polícia portuguesa está no um, sendo que se conclui que a legislação que define as condições de saúde, segurança e higiene no trabalho não se aplica na PSP.

«Temos esquadras degradadas, não climatizadas, sem locais para descanso e sem salas de apoio à vítima» , apontou a título de exemplo.

Para o responsável, as falhas que se verificam são da responsabilidade do Estado, que não cria condições de trabalho dignas para os polícias.

«A intenção do Governo é a cura, não a prevenção, quando deveria ser ao contrário» , frisou Paulo Rodrigues.

A insuficiência de material para os agentes é outro motivo de preocupação, uma vez que «há riscos para a própria saúde dos agentes», acrescentou Paulo Rodrigues.

«Os polícias têm que trocar os coletes à prova de bala entre eles e num dia quente de verão podem estar a correr o risco de transmitir doenças pelo suor» , frisou.

Paulo Rodrigues disse ainda que a falta de condições no trabalho «prejudica a produtividade dos agentes» e, consequentemente, o trabalho prestado aos cidadãos.

«Reduz a qualidade do serviço e quem sofre também são os cidadãos» , frisou.

Paulo Rodrigues referiu ainda que, nos últimos anos, a taxa de suicídio dos agentes de segurança tem aumentado.

«Em 2007 registaram-se sete suicídios, mais um do que em 2006, mas mais quatro ou cinco do que em 2001» , disse.

A ASPP pretende realizar mais dois seminários idênticos pelo país, sendo que o próximo deverá ocorrer entre um a dois meses em Lisboa.

«A ideia é, no final, realizar um documento conclusivo para entregar ao Governo» , designadamente à Inspecção-geral da Administração Interna, bem como a outras entidades internacionais, como o Conselho Europeu dos Sindicatos de Polícia.

Lusa / SOL