sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

bom natal e que o próximo ano traga coisas melhores

A todos os nossos amigos, desejos de um Santo Natal.
Pedimos a Maria Santíssima e ao Deus Menino que preze dia e noite por nós e por todos os nossos colegas em serviço.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

a verdadeira história dos matraquilhos

O galego Alexandre Finisterre foi ferido em 1936 durante a Guerra Civil Espanhola. No hospital em que ficou internado, em Monserrat, conheceu muitas crianças também feridas e impossibilitadas de jogar futebol. Então, ele se inspirou no tênis de mesa e criou o futebol de mesa.

A partir das instruções de Finisterre, seu amigo Francisco Javier Altuna desenvolveu a ideia construindo a mesa e os componentes de madeira e metal que integram o jogo. A invenção foi patenteada em 1937, mas, após escapar do fascismo na França, Finisterre perdeu os papéis da patente. Depois de ter sido exilado para a América do Sul, introduziu algumas alterações, como as barras de aço, e divulgou o jogo pelo continente.

O jogo rapidamente divulgou-se pela Europa. Tanto que, na década de 1960, quando Alexandre Finisterre regressou à Espanha, o jogo encontrava-se já largamente divulgado, embora muito do crédito desta divulgação se deva ao fato dos fabricantes valencianos o assumirem como jogo nacional.

Contudo, essa versão da origem do futebol de mesa é contestada pelos alemães, que garantem que o jogo foi criado por Broto Wachter, que teria comercializado uma mesa de futebol já em 1930. A diferença é que todos os objetos eram de madeira, incluindo as barras, e os "jogadores" não tinham forma de bonecos, sendo pequenos triângulos.

Hoje em dia, o futebol de mesa é muito popular e as mesas mais modernas possuem barras de titânio, bonecos de plástico e até placar electrónico.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

informação de carácter sindical e associativo

Querendo nós apenas dar uma resposta concreta ao conjunto de pessoas (polícias) que de uma forma ou outra nos tem questionado (bem como os que possam vir a questionar-nos) sobre “ quais os motivos que motivaram a transferências dos 4 chefes da Divisão de Lamego, para o Comando de Viseu, sem que o Comando tenha substituído as vagas deixadas em aberto, em Lamego”, cumpre-nos informar os caros colegas e associados que a ASPP/PSP de Lamego nada sabe acerca dos motivos dessas transferências. Aliás, no dia anterior à publicação na ordem de serviço, o Sr. Comandante e segundo comandante distritais estiveram reunidos com o pessoal na Divisão de Lamego e se não disseram nada naquela altura foi porque entenderam não ser oportuno. Obviamente que as transferências não é assunto de «sindicatos» porque se fosse, a questão hoje não se colocava porque há anos que andamos a alertar diversas entidades sobre o «esvaziamento» da divisão de Lamego.
Desse modo sugere-se que, individualmente, quem estiver interessado em obter respostas que coloque a pergunta a quem de direito, neste caso, ao Sr. Comandante Distrital ou ao Sr. segundo Comandante e de preferência por escrito, para ficar devidamente documentado.
Sobre o «boato» do encerramento da Divisão de Lamego, «poeira», levantado oportunamente por causa dessas transferências, lembramos os caros colegas mais atentos, que essa questão a colocar-se será certamente decidida através de decisão política, por isso «respiremos» à vontade, por enquanto.
Por outro lado, também sabemos que as dificuldades levantadas pela falta de pessoal da Divisão de Lamego são enormes e estamos atentos.
O comando dirigente entende que a solução encontrada na gestão de pessoal, desde 2008, é a mais correcta. Lá sabe, o futuro dará a resposta a uns e outros, nós fizemos a nossa parte alertando uma série de entidades, quer sindicais, policias ou politicas.
Contudo, em sintonia com o princípio de «para trabalho igual salário igual», consagrado no art. 59.º, n.º 1, al. a) da CRP, exortamos os agentes e chefes (funcionários) que se sentirem lesados por causa do esforço que lhes está ou possa estar a ser solicitado fazer devido à falta de pessoal na divisão de Lamego, a reclamarem disso mesmo, formulando petições em suporte papel, dirigidas aos senhores comandantes das respectivas esquadras, aliás, um dever hierárquico de cada um de nós. Que ninguém espere que vai ser o sindicato X ou Y a resolver todos os nossos problemas, porque há coisas que não dependem dos sindicatos.
Depois há quem menospreze as ideias, a capacidade intelectual dos seus representantes e sobre isso nada podemos fazer.
Saudações sindicais.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

a historia da mesa redonda...

"O mago Merlim doou à bela Genebra, como dote em seu casamento com o rei Arthur, uma enorme mesa redonda, a távola, onde se reuniriam os mais nobres e destacados cavaleiros. À direita do rei havia uma cadeira vaga, o "Assento perigoso". Nele só poderia sentar o cavaleiro sem mácula."

terça-feira, 11 de outubro de 2011

a chave da cidade de Lamego.



Para quem não sabe, o sr. Presidente da Câmara de Lamego ofereceu a chave da cidade ao chefe Gouveia, nosso sócio, que foi transferido a pedido para Viseu, por serviços meritórios prestados na cidade de Lamego. Que o deserto que atravessa se torne num oásis!...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

as nossas razões

As nossas razões

Estamos num momento crucial das nossas reivindicações.

Bem sabemos que o país não está bem, mas que culpa nos pode ser assacada?

Todos de alguma forma estão prejudicados, se não são as promoções, é o reposicionamento pelo novo estatuto. Senão é as condições de trabalho, é o direito à reforma e à pré-aposentação que nos afecta. São tantas as faltas de respeito que nos têm tido…

Não basta ficar a ver os outros a reivindicar. Está na altura de todos dizerem presente. De todos, sem excepção, mostrarem o seu descontentamento.

Bem sabemos o quanto é difícil tomarmos posição. Mas também sabemos que todos os dias se apela a medidas reivindicativas, algumas até de legalidade duvidosa. Na semana de 21 a 28 de Setembro, pede-se um pouco de união, um pouco de cada um nos, para mostrarmos o quanto somos unidos e capazes de levar a nossa luta a bom porto. Mas isso só é possível, se não nos escondermos, se não arranjarmos desculpas para não participarmos.

Todos os dias se assiste a desculpas: Se fosse uma manifestação que aderiam, mas depois marca-se a manifestação, diz-se que afinal iam era se fosse uma vigília. Outros dizem medidas mais contundentes, mas quando se marca, quantos aderem?

Marca-se uma iniciativa e têm logo outras que resultariam melhor, mas sempre de modo a não serem eles os protagonistas (os homens da frente). Outros ainda falam em união de sindicatos, mas afinal quem desuniu?

Quem veio depois e criou novos sindicatos? Quem ao longo deste anos é que perdendo eleições foi logo a correr criar sindicatos? Quem patrocina estes novos sindicatos, está claramente a patrocinar a desunião. Ao ser associado destes novos sindicatos, está-se a pactuar com a desunião, está-se a fazer o jogo da tutela. O mínimo que se exige e estamos a falar do mínimo, é patrocinar a união, o poder cada vez mais forte do sindicato (com melhores advogados e mais poder reivindicativo) e isso só é possível com cada vez mais associados no primeiro dos sindicatos e sobretudo estar na primeira linha das formas de luta para nosso próprio interesse.

A semana de 21 a 28 de Setembro vai ser decisiva nesta matéria. É muito importante que todos façam alguma coisa por cada um de nós. Cada um de nós tem férias para gozar, tem excessos que podem ser metidos e outras coisas mais, para que muito menos gente trabalhe nesta semana e tenha impacto nacional. Vamos ver quem vai estar na primeira linha e vamos ver, quem sistematicamente se esconde, foge e espera que os outros façam alguma coisa pela sua dignidade.

Da minha dignidade trato eu.

Às costas de outros não andarei.

Jamais ficarei em casa quando outros estão na luta.

Não permito que sejam outros a lutarem pelos meus direitos e depois, sentado no sofá, vou ganhar com o sacrifício e perigo que os outros tiveram por mim, não me revejo nesta postura.

A verdadeira felicidade está em subir a montanha, mas nunca subi-la às costas de outros…

A Delegação Distrital de Viseu

terça-feira, 20 de setembro de 2011

arroz de tamboril malandrinho

Ingredientes:
  • 350 g arroz carolino
  • 800 g tamboril
  • 1 cebola picada
  • 4 dentes de alho picado
  • 2 folhas de louro
  • 200 g tomate maduro, sem pele nem grainhas
  • q.b. coentros
  • q.b. sal
  • q.b. piri-piri
  • 1 pimento verde corto às tiras
  • 2 dl cerveja sem álcoo
Confecção:

Faça um refogado com a cebola o alho, louro sal e azeite, quando a cebola ficar loura junte o tomate picado.
Deixe refogar.
Depois de refogado adicione a cerveja e a água.
Junte o pimento e o arroz, quando este estiver a meia cozedura, junte o tamboril e deixe cozer lentamente.
Adicione água se necessário quase no fim rectifique o tempero e junte os coentros picados e o piri-piri.

E como é «malandrinho» esta dosagem não é extensiva para todos, apenas para 4 pessoas...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

alguma coisa não está bem na PSP de Lamego...

"O assédio moral no local de trabalho acontece quando um trabalhador está sujeito a actos susceptíveis de sacrificar, humilhar e ameaçar ou diminuir a sua auto estima. Os actos exercidos pelo assediador originam riscos para a saúde física e mental e, em casos extremos, a perda do posto de trabalho do assediado. Por norma, estes comportamentos do assediador devem-se a um abuso de poder ou ao seu uso indevido e decorrem dentro das organizações."

Fonte: Paula Cristina Carvalho da Silva, Dezembro 2007, UNIVERSIDADE DE COIMBRA, Faculdade de Economia.

Os nossos leitores podem pensar que estamos a dizer que existe «assédio moral» na PSP de Lamego, mas não é bem isso que estamos a dizer... o que dizemos é que o aparente ambiente estranho que existe, dá uns sinais estranhos, sinais que geralmente acontecem antes de se darem «acidentes»...
Lembramos por outro lado que ontem fez 5 anos que o Comissário Guedes da Silva se suicidou no interior das instalações da PSP de Lamego, por razões nunca divulgadas, mas, nunca se sabe, se por causa de «assédio moral»...
Hoje, nos corredores ouvem-se boatos de que o ambiente está irrespirável... haver vamos se desta vez alguém age... e faz alguma coisa!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

louvor público

Pelos vistos é mesmo oficial... a partir de 01 de Setembro de 2011, a esquadra de investigação criminal de Lamego, inserida na Divisão de Lamego, mas comandada pela DIC de Viseu, vai ficar sem o Sr. Chefe Gouveia, nosso sócio e amigo...
Ao associado, a aspp de Lamego, deseja felicidades no futuro, ao policia agradecemos o profissionalismo evidenciado para connosco bem como a camaradagem que sempre demonstrou ter durante o tempo que aqui prestou serviço. Damos o reconhecimento público que ser-se humilde dá sempre excelentes resultados porque absorve o profissionalismo de quem é comandado.
Boa sorte e que o «deserto que vai atravessar em Viseu» não seja assim tão árido. " O deserto não come ninguém... quem nos come são os bichos!..."

sábado, 13 de agosto de 2011

para meditar



Vítor Gaspar, anunciou que irá congelar a partir de Setembro as progressões previstas no regime remuneratório para o Ministério da Administração Interna. Assim vamos nós...

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

a Lara morreu!...


Quem visitou as instalações da psp de Lamego admirou-se pelo carinho demonstrado pela maioria do pessoal que ali presta serviço para com a Lara. A Lara, era uma gata, perneta, que um dia se aleijou num motor de uma viatura policial quando um Sr. agente ligou o motor do carro, sem saber que a Lara se havia protegido do frio, debaixo do capot do motor, e …

Os senhores veterinários que trataram os ferimentos da Lara, entenderam cortar-lhe umas das patas traseiras. A Lara sobreviveu aos tratamentos e curou-se. Foi realizada uma «vaquinha» pelos polícias e amigos dos polícias, até teve a bênção do clero para ajudar a pagar os tratamentos e estadias nas instalações veterinárias. Mesmo assim, só com 3 patas, a Lara não deixou de ser mãe, de uns lindos gatos que de tão travessos e agressivos, nada herdaram da mãe, que era uma gata dócil e amiga de todos os polícias, pese embora alguns se pudessem…, e de todas as pessoas que nos visitavam, por bem ou mal, nas instalações policiais. Ainda com apenas 3 patas, muitas das vezes, mesmo assim, teve de fugir das biqueiras das botas de alguns polícias … Pois é, a Lara agora já não tem de fugir, nem de se acanhar ou roçar nas nossas pernas porque, hoje, a Lara apareceu morta: engasgada?!... Envenenada? Não sabemos. Simplesmente morreu.

A ASPP não podia deixar a morte da nossa «amiga» assim, sem aqui deixar uma lembrança: A LARA MORREU!

sábado, 18 de junho de 2011

programa do governo PSD/CDS para as forças de segurança


Garantir a condição primeira do exercício da liberdade, que é a segurança dos cidadãos, nomeadamente através do reforço da motivação das forças de segurança e da sua eficácia operacional." in "MAIORIA PARA A MUDANÇA" Programa do governo PSD/CDS-PP.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

eleições de 5 de junho de 2001


Nos últimos dias ouvimos os candidatos a primeiro ministro a tentar convencer o Povo a votar neles. Nós por cá não aconselhamos ninguém a votar em nenhum partido, mas, como sindicalistas, mesmo que abandonados para aqui nestas terras da província, temos o dever de lamentar e criticar que um Sr. sindicalista, ou melhor, talvez o dirigente sindicalista da maior associação de trabalhadores do País, estamos a falar do líder da UGT, João Proença, tenha sido orador num comício do PS. O sindicalismo e os seus actores não se deviam deixar subjugar pelo partidos políticos, porque estes, tipo doença cancerígena, matam tudo à sua volta. Nós não gostamos de ver nem o Sr. João Proença, no PS, nem o Sr. Carvalho da Silva, da CGTP, ao lado do PC. Porque são só, os maiores dirigentes das maiores associações de trabalhadores. Aqui chegados e voltando ao inicio deste nosso comentário, como estivemos sempre atentos, durante toda a campanha eleitoral apenas dois partidos, é certo que sabemos muito bem quais as suas intenções, falaram das forças e serviços de segurança: o CDS/PP e o PRN.

O Partido Social Democrático (PSD) e Partido Socialista (PS), os partidos do eixo do poder, nem uma palavra disseram, excepto, aquilo que está escrito no programa eleitoral, sobre aquilo que pretendem fazer, de concreto, relativamente às forças e serviços de segurança, à Justiça e segurança interna. Dirão que, sobre este assunto trata-se de assuntos de Estado, não devem ser trazidos para o debate politico, mas, então, quando deve ser trazido?!...

Não nos esqueçamos que, desde o 25 de Abril de 1974, o poder tem transitado entre o PS e o PSD, este juntamente com o CDS e, em questões de segurança e justiça, chegamos aonde?!... Nós, os policias que vivemos a realidade e não a ficção, como parecem viver os actores políticos, sabemos muito bem o quanto difícil é agir e trabalhar em Portugal . É como a história do rato e do gato. Os agentes diariamente sacrificam-se e são sacrificados, nos seus direitos fundamentais, agora inventaram uma bolsa de horas, vêem reduzido o seu salário mensal, enquanto as despesas aumentam, também ao mesmo tempo vêm aumentando o trabalho e horas de serviço, e, no entanto, desde o 25 de Abril, que os profissionais da PSP, têm vindo a perder estatuto em relação a outras actividades e profissões públicas. Se dissermos que em 1985 os ordenados de um guarda da PSP era quase equivalente a um professor, ninguém acredita, mas, parece que era verdade, hoje, bem hoje, liquido, é quase igual ao ordenado mínimo nacional...

Os profissionais da PSP, ao contrário do que se diz e escreve, em relação aos direitos, não são iguais aos demais funcionários públicos, por isso, não são remuneradas diferente as diurnas das horas nocturnas, quando trabalham em dia feriado, aos fins de semana, não são remunerados diferentemente e quando fazem horas extras, ou são compensados em tempo ou então são consideradas horas perdidas. Em bom português: «trabalho voluntário forçado». Mas por outro lado, no que toca aos deveres têm de cumprir os deveres iguais aos restantes funcionários públicos, neste recente caso, o banco de horas...

Muito nos apetecia escrever, mas voltando ao tema do comentário, dia 5 de Junho de 2011, os cidadãos polícias, devem lembrar-se que, acima da nossa vontade própria, há um interesse nacional que é muito mais importante que a nossa singela existência. Daqui a uns tempos, uns e outros se vão, com mais ou menos reforma, mais ou menos tempo para a gozar, mas, tal como os grandes portugueses, temos de pensar nos nossos filhos e netos. É para eles que trabalhamos...

Reflictam e meditem e, antes de inscreverem a cruz no boletim, peçam desculpa a vocês próprios e votem!...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

para chegarmos sempre a horas...


Notícia de última hora: vão ser distribuídos relógios pelos policias, para não se esquecerem de chegar a horas, quando os obrigarem a cumprir as 936 horas, por semestre. Atenção preço unitário de 299 euros.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O direito ao vencimento mensal

Que o Moral dos policias anda muito em baixo não é preciso ser-se especialista nem tirar um curso de psicologia na Moderna para perceber isso, agora conseguir entender porque o Governo permitiu que se fizesse o adiamento do pagamento dos vencimentos dos militares do dia de hoje, pelos vistos para amanhã, é que é mais difícil compreender.

Muitos de nós temos contas a pagar por transferência bancária e nem todos se permitem ter uma conta com plafond suficiente para suportar estes esquecimentos da «entidade patronal». Dizem-nos que em 20 anos de democracia isto nunca aconteceu, mas o mais grave é que aconteceu, agora.

E, infelizmente, conhecendo-se a realidade de muitos policias, que logo no dia 21, ou antes, nunca depois, tem contas a pagar, se a PSP também entrasse nesta triste realidade?!... Podia acontecer que as contas bancárias de policias ficassem a descoberto, despertando emoções e sentimentos impensáveis, porque os policias são seres humanos.

Muita gente dirá que esta é uma realidade que afecta muitos portugueses e que os policias não são mais que os outros, mas atenção, os policias e militares, não são cidadãos com funções iguais aos outros. Confundir isto é perigoso. Muito perigoso!... Qualquer casa tem portas e janelas, mais ou menos fortes, que nos permite viver descansadamente em segurança. Imagine-se agora este País com umas forças de segurança e militares desmotivadas e sem disciplina por causa de falta de pagamento de salários!... Onde isto pararia?

sábado, 9 de abril de 2011

TIROTEIO EM ESCOLA NO BRASIL



Quem assiste a este drama dentro de escolas, com crianças, não pode deixar de ficar bastante preocupado. E temos de ficar preocupados por vários motivos. Salientamos apenas o facto de que podem ser nossos familiares as vitimas destes actos absurdos e tresloucados ou, neste caso, com a falta de preparação por parte da maioria dos policias que pertencem aos quadros da PSP e GNR, excepto o pessoal das unidades especiais.
Como sabemos, a qualquer momento, podemos ser nós a ter que intervir, por estado de necessidade, devido à demora com a chegada das unidades especiais de Lisboa ou do Porto, num acidente táctico deste tipo.
Há uns anos atrás, depois de se ter dado um tiroteio numa escola americana, este assunto foi vincado por um delegado sindical da aspp de Lamego, perante o seu comandante directo. Nada foi feito de preventivo, institucionalmente, que se tenha conhecimento.
Contudo, naquela altura, aproveitando o facto de alguns agentes da esquadra estarem associados na federação portuguesa de airsoft e serem associados da ASPP, esses profissionais fizeram umas simulações e treinos. Os exercícios foram exigentes e demonstraram as fragilidades do sistema. actual e a deficiência dos meios. Desde então, nada mais se fez.
Neste episódio do Brasil, sabe-se que foi um elemento da unidade de trânsito quem tomou a iniciativa de entrar no edifico e, por sorte, conseguir ferir o suspeito no abdómen, levando-o seguidamente ao suicídio.
É certo que este espaço dedicado aos elementos da aspp é pouco ou sequer nem é frequentado por pessoas com cargo de comando, mas alguém lhes devia chamar à atenção, de que isto que se passa no estrangeiro, qualquer dia, pode acontecer em Portugal. E depois?!...
Sempre podemos acreditar que existirão pequenos heróis nas esquadras e postos do Pais e que as pobres vitimas não aumentem ou sofram mais, devido à distancia de onde estão os actuais especialistas?!... Portugal é pequeno, mas os primeiro minutos, neste tipo de acidente táctico, são fundamentais para se evitar o agravamento das vitimas. Estarão elas preparadas para esperar horas?!...


quarta-feira, 6 de abril de 2011



Vale a pena ver o filme, para vermos a espécie de gente que nos dirige.
Sem mais palavras.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Não. A Culpa não é da falta de agentes.

Assaltos a residências aumentaram 97% em Viseu e Lamego

Nem a casa do comandante da esquadra de Viseu escapou aos ladrões durante o ano passado

Por: tvi24 / MM | 5- 4- 2011 15: 39

Crime (arquivo)

As áreas urbanas de Viseu e Lamego registaram de 2009 para 2010 um aumento de 97 por cento nos assaltos a habitações, informou esta terça-feira o comandante distrital de Viseu da PSP, Serafim Tavares.

Este aumento corresponde ao crescimento dos furtos em residências de 76, registados em 2009, para 150 no ano passado. Um dos casos citados foi o da casa do comandante da esquadra de Viseu.

Estes dados foram divulgados após a reunião do Conselho Coordenador Distrital de Segurança Interna, de Viseu, que, no entanto, registou um decréscimo no global da criminalidade no mesmo período de 0, 8 por cento.

A questão dos assaltos a residências foi o dado considerado mais preocupante por parte do conselho distrital de segurança num ano apontado como positivo no que diz respeito aos números da criminalidade, com destaque para a criminalidade violenta ou grave, que diminuiu de 214 ocorrências para 193.

O Governador Civil do distrito de Viseu, Miguel Ginestal, que coordena o conselho de segurança interna distrital, admitiu que, tal como nos dados de 2009 divulgados no ano passado, a crise económica e social tem «uma importância significativa» no que toca ao crescimento dos furtos a habitações.

Para fazer face a este cenário, o comandante da PSP admite que não tem soluções imediatas, porque isso «exigiria um polícia por habitação», aconselhando os cidadãos a serem «os primeiros defensores do seu património» com o aumento da vigilância e diminuir a «ocasião que faz o ladrão». «O furto acontece quando se verificam falhas na segurança e essa é, em primeiro lugar, da responsabilidade de cada um de nós. Por isso se exige um comportamento adequado de cada cidadão», disse Serafim Tavares, que sublinha que «o alarmismo não é benéfico».

Além da vigilância acrescida dos cidadãos, a polícia admite que actua em situações de áreas identificadas em cada momento «mas não pode estar em todo o lado e ao mesmo tempo», tendo recusado responder se o número de efectivos existentes corresponde às necessidades, justificando que «ninguém sabe qual o número indicado de homens».

Por parte da GNR, os dados apontam, segundo o seu comandante distrital, Eduardo Seixas, no mesmo sentido, seja no que diz respeito ao aumento dos assaltos a residências, com mais 82 ocorrências em 2009, com 483, o que corresponde a um acréscimo de 20 por cento.

quarta-feira, 23 de março de 2011

E AGORA QUE CHEGOU AO FIM?!...

Os policias em geral, excepto os privilegiados através das progressões e graduações que se efectuaram em 2010, devem reflectir bem sobre o caminho percorrido desde 2005. A PSP atravessa a maior crise humana e material que jamais conheceu. Só não vê isso quem não quer olhar para as coisas como elas são. No aspecto remuneratório, sentimos os congelamentos de 2005, 2006 e 2007 e o actual. Enquanto isso, o poder politico lapidou os nossos milhões, por exemplo num banco que tem um buraco sem fundo que é o BPN. Os economistas e comentadores políticos guerrilham-se nos diagnósticos, mas as famosas curas ou são adiadas ou são curadas com novas doenças. A PSP, por força dessa falta de tesouraria, não deixou progredir quem tem direito a progredir, nem por outro lado, coloca os seus agentes nos novos índices remuneratório, com os arrastamentos devidos. Desculpam-se em actos de falta de dinheiro, mas, infelizmente, existe dinheiro para outras coisas, concretamente, mordomias, que não são extensivas a todos os agentes da PSP. No entanto, a criminalidade e trabalho não vai acabar. Os sacrifícios exigidos aos polícias são bastantes, comparados com as coisas boas que receberão. Adivinham-se tempos escuros, manifestações e levantamento social. Lembremos o passado que torna o PS na oposição um partido mais activo. Lembremos por isso os tempos de governo de Cavaco Silva e de Durão Barroso e Santana Lopes. Por outro lado, ninguém espere facilidades ou direitos por parte do partido do poder, se vier a ser o partido social democrata. como diz o Povo, «são farinhas do mesmo saco». No entanto, os partidos de direita arrastam muito trabalho e instabilidade nas ruas. Por isso, sem direitos e apenas com deveres, adivinham-se tempos difíceis. É tempo por isso de perguntar ao Sr. Primeiro Ministro demissionário: E agora que chegou ao fim como vai ser?!...