terça-feira, 30 de dezembro de 2008

NOVO ANO, VIDA NOVA. FELIZ 2009. ASPP SEMPRE.


A ASPP DE LAMEGO DESEJA A TODOS OS SEUS SÓCIOS, FAMILIARES, VISITANTES E A TODOS OS ANIMAIS RACIONAIS UM BOM ANO DE 2009.
PARA OS ANIMAIS IRRACIONAIS QUE DEUS LHES DÊ O DOBRO DAQUILO QUE ELES DESEJAREM PARA OS ANIMAIS RACIONAIS!...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

ACONTECEU EM VISEU.

Escutar bem o comentador!...

" Seriam mais de mil e quinhentos alunos..., e pouco mais de uma dezena de polícias..."

sábado, 13 de dezembro de 2008

MISERAVEIS POLICIAS.



Num cenário destes, onde a anarquia impera, os instintos animalescos dominam, onde os polícias são usados, quer pelo poder politico quer como alvo dos inergúmenos, atiram-lhes pedras, paus, agredirem-nos e deitam-lhes fogo. Que hipóteses tínhamos nós?!... Em Portugal, com os meios que temos, numa situação destas, que garantias temos?!...

Portugal é um Povo sereno, tranquilo, protesta muito, mas luta pouco.

Se um dias as coisas aquecerem da forma como se viu na França e agora se vê na Grécia, estaremos nós preparados?! Os nossos uniformes, o equipamento standard, vulgo uniformes em uso (excepto UEP), não possuem características para aguentar isto como todos nós sabemos?

E, alguém se importa.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

... POLÍCIA TRANSFORMADO EM PALHAÇO...


Com esta é que nós não esperavamos: "(...) o polícia está transformado num palhaço. Porque prende hoje um individuo, leva-o para a esquadra e ele passada meia-hora está a rir-se da cara do polícia." - Hau.

Finalmente alguém, politico, diz uma coisa acertada!...


ver a notícia aqui: RTP

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

PORQUE RAZÃO SE SUICIDAM OS POLICIAS?

Ano negro na PSP e GNR. Uma militar da GNR deu ontem um tiro na cabeça, aumentando para 14 os suicídios este ano nas forças de segurança. Agentes que já desejaram a morte contam ao DN as suas razões. Os polícias recorrem cada vez mais a psicólogos e a GNR procura causas junto de pessoas próximas das vítimas.Tinha 26 anos e apenas quatro meses de serviço na GNR da Mealhada. Solteira, vivia com os pais perto do posto militar, onde ontem de manhã se suicidou com um tiro na cabeça. É o 14.º caso entre as forças policiais este ano.
As razões são desconhecidas, mas alguns dos que tentaram pôr termo à vida relataram ao DN o que os levou a desejar a morte."Os polícias não sabem como sair deste buraco em que se encontram, com tantos problemas financeiros por terem salários muito baixos, trabalho em excesso, falta de tempo para descansar nem acompanhar o crescimento dos filhos. E não têm apoio da instituição PSP nem da família, que deixa de os querer por estarem sempre ausentes. Acabam por ficar sozinhos."
Maria (nome fictício, tal como o dos restantes agentes nesta reportagem), elemento operacional da PSP já há 25 anos, diz ser tudo isto que está na origem da onda de suicídios que este ano mancharam a GNR (11 casos) e a PSP (três). E deixa um alerta: "Infelizmente, ainda vai haver mais situações destas, porque pensam que o suicídio resolve todos os problemas. Acaba-se tudo..."Maria "Porcaria à face da terra""Como é que se percebe estes casos todos de suicídio e de conflitos familiares que acabaram em homicídios praticados por profissionais de polícia?", pergunta Maria, referindo-se a uma agente da PSP que seria vítima de maus tratos e, em Setembro, em Sacavém, matou a tiro o marido ex-polícia. Num tom envergonhado, Maria relata o seu caso ao DN: "Eu própria já me tentei suicidar. Foi há muitos anos, porque era vítima de violência por parte do meu marido, também polícia, pois achava que eu lhe era infiel. Como estão sempre a lidar com casos de infidelidade, os polícias tornam-se desconfiados e pensam que se pode passar o mesmo em casa.""Eu ficava tão humilhada com aquilo que nem tinha forças para reagir. Uma pessoa sente-se a maior porcaria à face da terra. Por isso, entendo bem estas situações e apoio bastante as mulheres que apresentam queixa", confessou.De baixa psiquiátrica há mais de um mês, Maria diz não voltar ao serviço enquanto não estiver em condições: "Trabalho no terreno e não posso tomar decisões erradas. Estamos a lidar com armas, criminalidade violenta, bairros problemáticos, situações muito delicadas. Este trabalho exige sanidade mental a 100%. Muita gente depende da minha capacidade de resposta.""Sinto-me muito fragilizada como pessoa e profissional. Mas foi a própria instituição que me levou a isto, porque não dá incentivos. Nem que fosse só por palavras para reconhecer o trabalho que se fez e dar apoio moral às pessoas", referiu.Com os olhos rasos de lágrimas, lembrou ter trabalhado dois anos com crianças vítimas de violação: "Isso afecta psicologicamente uma pessoa. E a PSP não vê isso. Só demonstra falta de respeito. É isso que me revolta. Retirarem o valor de uma pessoa. Não consigo aceitar isto.""Já dei muito à polícia e a polícia a mim deu- -me zero. Foi aqui que aprendi a ser mulher. Dei a minha vida toda à PSP. E pela PSP deixei de dar atenção à família e aos filhos. Tudo para defender a bandeira nacional e a minha farda", diz, com uma tristeza no olhar. Desiludida, frisa que "o sonho comanda a vida. E quando uma pessoa deixa de ter sonhos, a vida deixa de fazer sentido"."Eu perdi todos os amigos que tinha antes de entrar para a PSP, porque deixou de haver tempo para manter essas amizades. Há um corte com o mundo civil e em toda a vivência. Aos polícias só restam os polícias. Não há horas para comer, dormir nem para nada. Faço um turno, mas pode-se prolongar por mais de sete horas se houver uma detenção ou outra ocorrência", explica."Estamos em situação de stress extremo. E a realidade actual é muito mais violenta do que aquilo tudo que nos ensinaram na escola de polícia", salienta. Critica a ideia feita que "se és polícia, tens de ser forte em todos os aspectos. Mas isso não é verdade. Somos humanos e temos os nossos limites, como as outras pessoas".Queixa-se que "não há apoio na corporação nem no exterior, porque a sociedade civil cada vez exige mais de nós"."Temos um gabinete de psicologia que trabalha para a polícia, mas não com os polícias", denuncia Maria. E deixa um alerta: "Cada pessoa que pede apoio psicológico fica automaticamente queimada e à mercê da instituição."Por isso, "estou a ser acompanhada pelo psicólogo e psiquiatra particulares. Eles estão também a tratar imensos elementos da PSP com muitos problemas. Há muitos agentes que não vivem, só sobrevivem, porque não têm tempo livre nem dinheiro. Só ganham 700 ou 800 euros por mês".Alerta que "começa a haver uma revolta silenciosa entre os polícias. Há agentes com meia dúzia de meses na PSP, que já estão tão desanimados com isto, que só desejam arranjar outro emprego e largar a PSP. Na minha esquadra, já ouvi mais de 40 agentes novos a dizerem isso".
João"Preso como um animal""Tenho 30 anos de PSP e nunca vi uma situação igual com tantos suicídios." Quem o diz é João, que já se encontra de baixa psiquiátrica desde 2005 e tentou suicidar-se no Outono de 2007. "Entrei em baixa psiquiátrica pelo grande desgaste em que me encontrava. Entretanto, foi-me detectada doença bipolar e a corporação não me ajuda em nada. Por isso, muitos como eu tentam pôr termo à vida", refere João, que tem uma certeza: "Se pudesse voltar atrás, não teria ingressado na PSP."Em 2007, a junta médica superior da PSP considerou-o "apto para retomar o serviço", enquanto a sua psiquiatra particular dizia que não estava em condições: "Fiquei muito transtornado com aquilo tudo. Estava em casa e não sei o que me passou pela cabeça. Ingeri grandes quantidades de medicamentos. Senti-me muito mal e, quando me dirigi à esquadra para pedir auxílio, peguei numa coisa qualquer e parti as vidraças das instalações.""Detiveram-me por danos voluntários. Estive oito horas detido na esquadra e algemado como se de um bandido se tratasse. Fui levado a tribunal e constituído arguido por ter feito um prejuízo de 190 euros", contou João, considerando "inadmissível" a situação: "Em vez de me ajudarem, porque estava mal psicologicamente, fui detido e tratado como um animal irracional. Se o mesmo tivesse sucedido com um cidadão comum, ele teria sido assistido e conduzido aos serviços médicos.""Não recorro aos serviços de psicologia da PSP, porque não confio neles. É um sistema que tem de ser remodelado para trabalhar para e com os polícias e não apenas para a PSP", sublinha o agente.E denuncia outra situação que classifica de grave: "Estamos a ser julgados por duas entidades, que é o tribunal e a própria instituição. Há cerca de 50 processos internos pendentes contra mim.""Sinto que a minha vida desapareceu. Perdi a minha família, os meus amigos. Tive de vender a casa para pagar aos advogados", queixa-se João.Manuel"Dar um tiro na cabeça""Estive de baixa psicológica durante um ano, devido a pressões da hierarquia. Puseram-me o telemóvel em escuta e descobri que estava a ser investigado", conta Manuel, com 23 anos de serviço operacional na PSP."Prejudicavam-me nas escalas, trocavam-me turnos e folgas, ficava sem tempo para a família, nem para a mulher nem para o filho. Sentia-me tão mal, que só queria abandonar a polícia e arranjar outro trabalho", confessou ao DN."Até cheguei a pensar em fechar-me na casa de banho da minha esquadra e dar um tiro na cabeça, porque aquilo poderia ser considerado acidente em trabalho. Assim, a mulher tinha direito a receber uma pensão e a casa ficava paga pelo seguro", explicou o mesmo agente."Na zona onde moro, a população é que se foi apercebendo de que havia algum problema comigo. Deram-me apoio, porque a minha mulher precisava de ser internada no hospital. Pedi ajuda aos serviços sociais da PSP e não fizeram nada. Os vizinhos é que me emprestaram dinheiro para ela poder ser tratada", recordou, deixando uma crítica: "Quando há um assalto, vou sempre a correr para tomar conta da situação. E a instituição não nos ajuda."Em termos salariais, diz que "é triste não poder comprar uns ténis ou umas calças ao filho, porque tem um pai que é polícia e ganha mal".Quanto ao gabinete de psicologia da PSP, "faz relatórios contra mim e a favor da instituição. Por isso, tenho de recorrer à psicóloga particular", salienta, denunciando mais outro problema: "Antigamente, éramos recrutados e sabíamos que tínhamos uma carreira e podíamos concorrer e progredir. Agora não. É preciso estar nas boas graças do chefe, senão nunca se sobe..."José"Antecâmara da morte"José já presta serviço operacional na PSP há 23 anos e é considerado um veterano que sabe lidar com situações de risco de suicídio. "Tenho servido de elo de ligação entre eles - os colegas que pensam em suicidar-se - e as soluções dos seus problemas", explicou ao DN, alertando que "tem aumentado assustadoramente o número de casos destes"."E a principal razão é a falta de descanso. Os polícias ganham mal e, para terem mais algum dinheiro, têm de fazer serviços gratificados, ficando sem tempo para descansar", denuncia."No outro dia, elementos do meu grupo entraram de serviço às 00.30. Às 04.30 detiveram três indivíduos por assalto a vários estabelecimentos comerciais e depois estiveram a fazer o expediente até às 21.30, porque aquilo era complicado e envolvia uma série de casos. Depois voltaram a pegar ao serviço à meia-noite até às 06.30. Às 10.00 tiveram de ir para tribunal com os suspeitos e aquilo prolongou-se até às 19.00. Portanto, estiveram praticamente dois dias seguidos a trabalhar sem descanso", relatou.Salienta que "a PSP não paga horas extras nem nada. Tiveram de almoçar e jantar fora pagando do seu bolso, enquanto as mulheres estavam em casa à espera deles com as refeições já cozinhadas"."Estes e outros problemas vão-se acumulando e chega-se a um ponto em que a pessoa começa a descarregar no elo mais fraco e mais próximo, que é a família. Ou termina no suicídio, porque não vê outra saída", comenta o mesmo agente da PSP.José traça o filme que culmina nesta tragédia: "O polícia vê o comandante a criticá-lo por se atrasar ou andar cansado. A família a queixar-se e a sociedade a exigir cada vez mais dele. Vai-se encolhendo mais e mais e acaba por se colocar na antecâmara da morte."Na última semana de Setembro, "um sub-chefe de Oeiras tentou suicidar-se. Ia lançar-se de uma falésia do cabo da Roca (Sintra). Felizmente, uma patrulha da GNR passou ali por acaso e evitou o suicídio. Ficou de baixa psiquiátrica".O mesmo agente considera que "antigamente, os polícias tinham mais capacidade de sofrimento. Mas, agora, os novos são mais frágeis e vulneráveis a nível psicológico. Vão-se abaixo mais facilmente".Pedro"Bomba de rastilho curto""O grande stress laboral de sobrecarga de trabalho é uma das principais causas que está a levar muitos agentes à baixa médica, a recorrer às consultas, a tentar o suicídio e a cometer violência doméstica", afirmou ao DN um elemento do Sindicato dos Profissionais de Polícia, que fez um estudo sobre esta problemática.Na origem destas crises, Pedro diagnosticou também "os baixos salários, falta de progressão na carreira e deficiências no gabinete de psicologia da PSP, que é uma fachada, porque só funciona depois de as desgraças acontecerem. Deviam era tomar medidas de prevenção para não sucederem"."Não há horário de trabalho estipulado", referiu, dando exemplos: "Num dia, o meu horário era das 08.00 às 16.00. Ligaram na véspera, às 16.00, a informar que, afinal, no dia seguinte só iria entrar às 21.00. Tive de reorganizar toda a minha vida. Noutro caso, dois elementos iam entrar às 16.00, mas mudaram-lhes o turno para as 18.00 sem os avisarem. Tiveram de ficar duas horas na esquadra à espera de entrar ao serviço."Com estas alterações todas, Pedro explica que "por vezes há polícias que só dormem uma ou duas horas, porque, além do horário normal, têm de fazer serviços gratificados e operações de noite e madrugada".Esclarece que "a resolução destes problemas de turnos não implica mais dinheiro nem gastos. Basta regulamentar os horários para permitir aos polícias terem uma vida social".Alerta que "os agentes mais novos vêm lá das terras deles e ficam em Lisboa abandonados. Um vivia num quarto com um colega. Só conseguia ir a casa uma vez por mês. Entretanto, o colega casou-se e mudou de casa. O outro ficou sozinho e não aguentou a solidão. Tentou suicidar--se na rua. Estava num banco de jardim com uma pistola na mão. Polícias encontraram-no, desarmaram-no e depois ele foi colocado de sentinela à porta da esquadra. Não teve apoio do comando nem acompanhamento psicológico. Mais tarde, voltou a ser considerado apto e devolveram-lhe a arma de serviço. No dia seguinte foi encontrado morto com um tiro na cabeça, no quarto onde vivia sozinho".Salienta que "há um número muito maior de situações mais graves que os suicídios: os casos de violência doméstica praticados por polícias. E a dor das suas vítimas vai-se prolongando por muito tempo". Na sua opinião, "um polícia é uma bomba com rastilho curto. Quando chegam ao limite, uns dá-lhes para se suicidarem e outros para agredirem em casa".Conclui que "tentar prevenir a criminalidade com polícias que trabalham 24 horas por dia não é sistema. Estão a trabalhar em cansaço e sem condições para o fazer".
FONTE: DIÁRIO NOTICIAS
BY CAPTOITA

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

FIM DO REGABOFE

Neste sitio muitos comentadores, alguns facilmente identificáveis e localizáveis, tem orientado as suas criticas contra o pessoal das brigadas à civil da PSP de Lamego, usando e abusando deste ponto de encontro, ou espaço de convívio, para descarregar o ódio de estimação que têm bem guardado no intimo contra as pessoas atingidas, descarregando aqui dessa forma todo o veneno que os invade através de comentários indelicados e ofensivos, aproveitando-se assim desta saída anónima, porque não têm coragem de enfrentar as pessoas que pretendem atingir olhos nos olhos.
Ora, a gestão deste blogue desde o inicio sempre quis dar liberdade de opinião aos visitantes quer fossem sócios ou não, mas face à pouca vergonha e falta de ética de alguns, a partir de hoje, até ao encerramento (apagamento) deste sitio, todos os comentários são admitidos com a condição que todos vão verificar.
Acabou-se o regabofe... e tanto nos importa que nos visitem ou não.
Isto também está para acabar!...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

PRECISA-SE DE MAGALHÃES EM LAMEGO



Este tipo de computador chama-se "Magalhães" e parece que o Governo anda a oferece-lo nas escolas a todas crianças que estudam no País, a preço de saldo. Ora, a PSP de Lamego, como actualmente tem menos de 10 computadores operacionais - imaginem menos de 10 - dizem que devido à miserável arte de pedir a quem de direito, e porque os ditos responsáveis hoje já cá não estão e não podem responder por tamanha incompetência, ou melhor por tamanha miséria de visão, a ASPP agradecia ao Sr. Ministro, ou a alguma alma caridosa que, rapidamente, resolva este absurdo oferecendo também uns "magalhões" à Esquadra de Lamego de modo que o pessoal ali possa trabalhar com dignidade oferecendo um bom serviço ao cidadão que ali se desloca. Mandar pessoas para "casa" com a desculpa de que não existem computadores disponiveis é forte, muito forte.

Dizem que há pessoal na Investigação Criminal e no Trânsito que tem de esperar numa fila de espera para utilizar um único terminal e quando se senta ainda sente a cadeira "quentinho"...

E estando nós a falar dum serviço em quase tudo tem de passar computadores, num universo de 5o funcionários, imaginem ...

Incrível!... Contado, ninguém acredita. Querem apostar?

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

SUSPIRO QUASE FINAL.

Afinal que força misteriosa é essa que parece existir para conseguir retirar a esperança do Blogue não resistindo às tentações dos Diabretes.
PAZ A ALMA DO BLOGUE
Descansa em Paz.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

terça-feira, 23 de setembro de 2008

PASSATEMPO: DESCUBRA AS DIFERENÇAS.



Fonte: Diário de Viseu (enviadas via email)

ESCRAVATURA "MODERNA"


Profissionais da polícia com «horários de escravatura»
Fonte: TSF
Hoje às 01:38
Consulte o artigo completo em: http://www.tsf.pt/paginainicial/portugal/interior.aspx?content_id=1016772

As associações sindicais da PSP e da GNR alertaram que as acções de fiscalização que se têm multiplicado nos últimos tempos e que impõem a alguns polícias «horários de escravatura» estão a afectar a qualidade do serviço prestado às populações.

Em declarações à TSF, o presidente da Associação de Profissionais da Guarda disse que, sob a «figura da disponibilidade permanente para o serviço», muitos polícias estão a trabalhar «24 sob 24 horas», dependendo o tempo de descanso da «sensibilidade de cada chefe».
«Muitos elementos trabalham em horários de escravatura», cujos resultados são «absolutamente negativos para a qualidade do serviço prestado e para a própria vida do profissional», acrescentou José Manageiro.
Por seu lado, Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), alertou que as «operações de fiscalização têm triplicado e, nalguns casos, quadruplicado».
«Muitos profissionais fazem o seu horário normal de trabalho e, passado três a quatro horas», têm de fazer uma operação de fiscalização, o que implica «alguns prejuízos no descanso», frisou.Paulo Rodrigues alertou ainda que o acumular de trabalho está a provocar «sofrimento acrescido» e «desconforto nalgumas divisões da PSP», para além de prejuízos na qualidade do serviço prestado.

sábado, 20 de setembro de 2008

EXCELENTE SERVIÇO. MÉRITO AO PESSOAL ENVOLVIDO.


A PSP de Viseu anunciou esta sexta-feira que a esquadra de Lamego recuperou vários objectos em ouro, no valor de mais de 25 mil euros, furtados de residências daquele concelho nos últimos meses, escreve a Lusa.
O comandante da PSP de Viseu, Vítor Rodrigues, informou que, nos últimos meses, tinham sido registados vários furtos no interior de residências, tanto na área da PSP como na área da GNR na zona de Lamego, em que os objectos levados eram essencialmente artigos em ouro.
Após várias diligências, foi identificado e detido um homem de 46 anos, que, segundo a PSP, «vinha sendo vigiado». «Tinha na sua posse uma mochila, com vários artigos em ouro roubados, que, ao que tudo indica, preparava para vender», referiu o comandante.
Posteriormente, foram levadas a cabo buscas à residência do suspeito, onde viriam a ser apreendidas uma catana, um telemóvel e um GPS.
Durante a investigação, «foram apreendidas na zona de Moimenta da Beira, também algumas peças em ouro que o homem terá oferecido» a uma pessoa amiga.
Segundo a PSP, «foram reconhecidos, pelos seus legítimos proprietários, alguns dos artigos em ouro que tinham sido furtados em residência na zona de S. Geão, freguesia de Penajóia».
O comandante da PSP de Viseu admitiu que «ainda não terá sido recuperado todo o ouro furtado», continuando as diligências no sentido de vir a identificar outros indivíduos que possam estar envolvidos, já que «ainda não há certezas que este seja o único assaltante».
Fonte: diário.iol.pt

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

ASSEMBLEIA GERAL ASPP


ESTA NOTÍCIA TEM 4 ANOS. O QUE SE FEZ DEPOIS?

Arquivo DN-Leonardo Negrão .

«António» (nome fictício) tinha 37 anos e era polícia em Lisboa. A pressão do trabalho há muito que o deixara deprimido. Pediu ajuda. Ninguém ouviu. Um dia não aguentou e pôs fim à vida, com um tiro na cabeça. Nos últimos dez anos, 35 agentes da PSP cometeram suicídio. Dados oficiais que, para a psicóloga Sandra Coelho, do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), «ocultam a realidade» de um fenómeno «subavaliado» no País. Uma visão confirmada por duas das estruturas sindicais, mas refutada por outra. O director do Gabinete de Psicologia da PSP diz que «o suicídio nunca se esconde».De acordo com a responsável do Gabinete de Psicologia do SPP, há cada vez mais profissionais em risco e a realidade é «escondida», porque os agentes não podem «falhar», e essa «é a maior das falhas». Segundo explicou ao DN Sandra Coelho, as estatísticas oficiais apenas dizem respeito aos suicídios com recurso a arma de fogo ou, em raras excepções, por enforcamento. «São as mortes visíveis, citadas nos media como casos pontuais», mas, acrescenta, existirão casos de agentes que recorrem, por exemplo, à ingestão de comprimidos, «que nunca vêm a lume. Aqui, a causa de morte pode ser apresentada como uma simples paragem cardíaca». Também para Ernesto Peixoto, secretário-geral da Associação Sindical Independente de Agentes da PSP, o suicídio está subavaliado. «Sei de vários casos de colegas que atiram o carro de uma ribanceira abaixo e esses não são contabilizados», contou, defendendo que factores como «trabalhar oito dias seguidos sem folgar» agravam a situação. Daí que sejam cada vez mais comuns situações de «baixas por doenças psicológicas» e reformas antecipadas.Já para Fernando Passos, «a contabilização do número de suicídios é rigorosa e não há hipótese de existirem confusões». E mostra-se optimista: «Desde 2001, quando o nosso serviço abriu, que o número tem vindo a diminuir.» Uma leitura partilhada por um dos maiores sindicatos, a Associação Sindical de Profissionais da Polícia, que diz não haver subavaliação: «Os agentes são pessoas como as outras, com problemas comuns», disse o presidente Alberto Torres, para quem os suicídios não estão necessariamente ligados à profissão.Com uma visão contrária, Sandra Coelho alerta para a necessidade de prevenção. «O grau de desespero e descontentamento é cada vez maior e existem muitos profissionais que se encontram próximos de atingir o limite», afirmou.Alcoolismo. Há quatro anos, «Fernando» (nome fictício) pediu para que lhe prolongassem o tempo de serviço nos Açores, para dar apoioà filha que lá morava, na altura menor de idade. O pedido foi negado e o agente da PSP voltou para o Porto, «deixando a miúda perdida por lá» com a mãe. Daí ao alcoolismo foi um passo. Casou-se, divorciou--se e viu na bebida um «escape» à «enorme pressão no trabalho», aos «superiores que mandam em vez de comandar». Hoje, com 51 anos, está recuperado, mas não deixa de criticar a falta de apoio na PSP por considerar que resolvem os problemas «com processos disciplinares».Casos de alcoolismo são cada vez mais frequentes nas consultas de Sandra Coelho. «E a desintoxicação é morosa, com taxas de sucesso pequenas», diz. Fernando Passos desvaloriza: «A população policial enferma de alguns males da população portuguesa, mas não se pode dizer que é toxicodependente ou alcoólica.» Para a psicóloga, entre os factores de risco está a falta de apoio familiar, com «muitos agentes, em início de carreira, deslocados das famílias». As estatísticas do Gabinete de Psicologia da PSP mostram o contrário: só cinco por cento dos profissionais que ali acorrem estão longe de casa. Segundo Fernando Passos, o stress profissional e a instabilidade familiar são os principais responsáveis. O DN contactou a Direcção Nacional da PSP, que nos remeteu para o Gabinete de Psicologia. No entanto, o Gabinete de Relações Públicas garante «que é dado todo o apoio aos agentes».

sábado, 6 de setembro de 2008

FUSÃO PSP E GNR

Segurança. Para responder à onda de crimes, Pinto Monteiro anunciou que queria ver mais partilha de informação entre as polícias. Para isso, vai pôr o DCIAP a coordenar a recolha e tratamento de informações. Outra solução, defendida pela PSP e GNR, é a criação de uma única força de segurançaForça de segurança única é um sinal de "evolução"Os sindicatos da PSP e da GNR acreditam que uma polícia única responderia de forma mais eficaz à criminalidade violenta e organizada, defendendo a sua criação. A 'união' de todas as autoridades do País (GNR, PSP, PJ e SEF) já tinha sido defendida no DN pelo ex-director nacional da PJ, Santos Cabral e é uma solução que Mário Mendes, novo secretário-geral da Segurança Interna ('superpolícia') também apoia. A solução é, no entanto, rejeitada por Carlos Anjos, presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) da PJ. Ter todas as autoridades reunidas numa única força policial existe em praticamente todos os países da Europa. De fora ficam a Itália e a França e Espanha que implementou, há pouco tempo, a figura do coordenador nacional, cargo semelhante ao que Mário Mendes vai desempenhar. Em Portugal, além de existirem várias forças policiais com défice de comunicação entre elas, as tutelas são diferentes: uma no ministério da Justiça (PJ) e as restantes no Ministério da Administração Interna."Portugal tem muitas polícias e este Governo teve tudo para fazer uma reforma nas forças de segurança e não quis, por falta de coragem", critica Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) da PSP. Também José Manageiro, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) da GNR, acredita que se perdeu a oportunidade para a criação da polícia única, durante a restruturação das forças de segurança."As circunstâncias impõem soluções e a polícia única deve ser estudada como uma delas", defende Santos Cabral. O ex-director nacional da PJ, amigo do novo secretário-geral de Segurança Interna Mário Mendes, que também defende a união, acredita que à evolução da criminalidade se deve responder com "uma evolução das polícias". Para já, "a questão que deve ser encarada é a criação de uma polícia única de investigação criminal", conclui.Apesar da opinião destes dois ex--directores da PJ, o Sindicato do sector, a ASFIC, defende que a polícia única "não é a solução". "Não vale a pena mudar as estruturas quando o problema está nas leis criminais", sustenta Carlos Anjos, que acredita mesmo que "a criação de uma polícia única podia ser pior que a reforma do Código de Processo Penal".PGR aposta em procuradoresA polícia única permitiria a centralização de toda a investigação e informação entre polícias. Dois pontos defendidos pelo Procurador-geral da República (PGR), Pinto Mon- teiro, para o combate à criminalidade violenta. Foi esse o foco da reunião de ontem com os representantes de todas as forças de segurança (GNR, PSP, PJ e SEF), que definiu o modo como vão funcionar as unidades especiais de combate à criminalidade especialmente violenta e altamente organizada.Pinto Monteiro voltou a apostar na estratégia dos super-procuradores: o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), dirigido por Cândida Almeida, vai coordenar a recolha e tratamento de informação das investigações de crimes violentos. Uma aposta à semelhança da que já havia feito com Maria José Morgado, directora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP). Conforme se lê na nota divulgada ontem pela Procuradoria-geral da República, após a reunião, "no Departamento Central de Investigação e Acção Penal, directamente dependente da Procuradoria-geral da República, funcionará a recolha e tratamento de informações a cargo de magistrados especializados". Nas Comarcas vão também ver criados pontos de contactos com as unidades especiais.
Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Escravatura laboral "escondida"


NOVOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

O que estará a querer dizer este Indio com os sinais de fumo, perguntaram os caros associados. A pedir socorro? A informar qualquer coisa? Nunca saberemos. Mas, no seu tempo, isto era eficaz e resultava.

Hoje, na era da tecnologia e das redes de comunicação, nas normais forças de segurança devia-se usar rádios digitais ou telemoveis, claro se houvesse.

Na escola de policia disseram aos mancebos que a melhor arma que a policia tinha era a caneta e o rádio e que ninguém devia andar na rua sem esses dois acessórios. Bem, diziam...


A prática, em alguns lados, demonstra o contrário. Diz quem sabe que em Lamego vai voltar a usar-se a velha sinalética dos sinais de fumo. Porquê?!...

AFINAL NÃO VEM E ESTÁ NAPSP QUEM QUER, SÓ QUEM PODE.

O concurso para admitir mil novos agentes da PSP está aquém das expectativas. Dos três mil candidatos, só 1070 (36%) passaram à fase seguinte, o que poderá condicionar o preenchimento das vagas prometidas pelo Governo.
Anunciado, em Março, como um dos principais pontos do programa estratégico de segurança do Governo, o processo para reforçar a PSP e a GNR com dois mil novos elementos não tem tido números muito animadores, pelo menos no que diz respeito à primeira força de segurança.
Segundo o JN apurou, a maior parte dos candidatos ao concurso para a PSP (cerca de 1930) não passou à fase final de selecção, ficando pelo caminho após a realização dos testes psicotécnicos, provas físicas e de saúde. Os que não "chumbaram" serão, agora, sujeitos às entrevistas de avaliação de perfil, para terem acesso às mil vagas disponibilizadas pelo Ministério da Administração Interna (MAI). Seguir-se-á o curso de formação, de nove meses. O JN tentou, sem êxito, saber o balanço relativamente ao concurso aberto para a GNR.
Contactado pelo JN, Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), considerou "preocupantes" os resultados conhecidos até ao momento. A começar pelas três mil candidaturas. "É muito pouco, se compararmos, por exemplo, com a década de 90, em que chegava a haver até 14 mil candidatos e, por vezes, 6000 passavam à última fase. Alguma coisa não está bem", afirmou.
Relativamente ao facto de apenas haver 1070 candidatos envolvidos na "disputa" pelas mil vagas prometidas pelo Governo, o dirigente sindical considera que tal poderá implicar "uma selecção menos rigorosa", para que não se corra o risco de alguns lugares ficarem por preencher.
"Desta forma, poderá haver uma redução dos níveis de exigência e de qualidade para entrar na PSP, numa altura em que é preciso melhorar em todos os sentidos para responder aos problemas de segurança", argumentou o dirigente, explicando a pouca afluência de cidadãos como um "reflexo" da falta de condições que marca o quotidiano da Polícia. "Hoje em dia, ser polícia não é uma profissão atractiva. Vive-se em permanente risco de vida; não se trabalha com condições dignas e o salário é ridículo. É preciso uma política séria de segurança", concluiu Paulo Rodrigues.
O JN pediu ao MAI esclarecimentos sobre o ponto da situação dos concursos de selecção para as duas forças de segurança e respectivos prazos, mas não foi dada resposta em tempo útil.
FONTE: Jornal de Notícias.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

NOVOS MEIOS PARA COMBATER A CRIMINALIDADE



Os meios de transporte na PSP sempre foram um problema, todos sabemos. São carros velhos, são poucos para as necessiddes, são demasiado lentos e grandes, não são nada práticos. Mais conhecidos que o Padre.
Mas é o que há.

Enquanto não há outros, fala-se que o pessoal das brigadas vai ter um "novo" meio de transporte.




A informática, os computadores, que há por aí aos montes, o Governo até os anda a oferecer..., os hipermercados vendem-nos a menos de 500 €, equipamentos modernos, Duo Core, até há por aí uns computadores portateis..., no entanto, por força das circunstãncias, para Lamego, NADA.


Voltar ao tempo da máquina de escrever? Quem sabe.

sábado, 16 de agosto de 2008

SEM COMENTÁRIOS.


Como um dos principais objectivos centrais da ASPP/PSP é “ Defender e promover o prestígio profissional dos associados e da PSP” – aliena c), do art.º 5 dos Estatutos da ASPP-, gostava que a aspplamego.blog.spot publicasse o seguinte texto:
No dia 14 de Agosto de 2008, no recinto da feira semanal de Lamego, um agente da esquadra de Lamego, foi agredido, no exercício das suas funções, por ter ido acudir um fiscal da câmara Municipal de Lamego, que também acabou por ser agredido, sem que esse polícia pudesse evitar e depois tivesse sido necessária a GNR de Lamego para lhes prestar apoio e socorro porque a PSP... estava longe! Vêm de Viseu ou Vila Real?!...
Não houve detenções, pelo menos a polícia e a GNR não levou ninguém.
Os ciganos esses ficaram-se a rir, entre dentes.
Esta foi a segunda vez que vi os ciganos colocarem os homens da PSP a fugir com o rabo entre pernas (sentido figurativo).
Como cidadão pergunto: que raios se está a passar com o pessoal que presta serviço na Esquadra de Lamego? Andam com medo?!...
Agora chamam a GNR de Lamego a lhes vir acudir, aliás situação que não censuro nem critico porque gostei de ver. Que seja um exemplo a seguir.
O que custa a entender é a passividade, a falta de profissionalismo de alguns e a forma como imagem e o prestígio da PSP de Lamego e a segurança que sempre transmitiu às pessoas de Lamego está a ficar em causa com estes comportamentos de parte a parte.
Não conheço as razões, nem os motivos, mas uma coisa se sente: a polícia de Lamego, principalmente o pessoal fardado, demonstra medo dos ciganos. Se não todos a maior parte deles mostra isso. Já em relação ao pessoal à civil, é difícil apurar isso já que não os vejo a esticar-se tanto. Lembro-me agora duma situação em que vi um chefe e dois ou três elementos à civil a entrar pela feira a dentro e foram buscar um cigano que lhes tinha fugido. Gostei de ver aquela coragem. Soube que esse chefe foi demitido por falta de lealdade…
E, mérito à atitude de outros dois elementos das brigadas que sozinhos (diz quem viu eu não estava lá), com os colegas fardados atrás deles a tremer como varas verdes, revistou e apreenderam uma arma de fogo proibida a outro indivíduo cigano.
São estes exemplos do passado, que não vejo. É este exemplo que não aprecio. E são estes os exemplos que nos vão colocar em perigo. Porque nem a PSP, nem o Governo Civil, nem a Câmara têm mão nos ciganos. Eles fazem o que querem, quando querem e onde querem. Porquê.
Respondam-me, senhores polícias

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

NEM TODOS PENSAM IGUAL.

Bragança, 06 Ago (Lusa) - As forças de segurança de Bragança vão dispor, ainda este ano, do primeiro campo de tiro para treinos num Distrito onde há agentes da PSP sem formação há dez anos, foi hoje revelado.
"Há elementos da polícia que, se calhar, há dez anos que não utilizam a pistola em treinos", comentou o comandante distrital da PSP, Amílcar Correia.
De acordo com o comandante, esta realidade que afecta alguns dos cerca de 200 agentes da PSP no Distrito, deve-se à falta de condições para treinar, um "falha" reconhecida hoje pelo secretário de Estado da Administração Interna.
O governante Rui Sá Gomes oficializou, em Bragança, com a Câmara de Macedo de Cavaleiros, um protocolo para a construção de um campo de tiro, o primeiro na região.
A autarquia de Macedo de Cavaleiros disponibilizou o terreno e esta cidade foi a escolhida para a instalação do equipamento pela sua centralidade no Distrito.
Segundo o secretário de Estado, a falta desta infra-estrutura tem obrigado os agentes das forças de segurança a "grandes deslocações, por exemplo a Braga, para fazerem poucas horas de tiro".
No caso da PSP, nos últimos anos, os agentes têm treinado numa carreira de tiro móvel que se desloca duas vezes por ano à região.
De acordo com o comandante Amílcar Correia, esta solução tem permitido a cada agente fazer uma média de 90 tiros por ano mas nem todos têm sido contemplados com a formação porque o tempo que a carreira móvel permanecia na região não permitia.
O comando optou por dar formação aos polícias que se encontram em serviços operacionais, enquanto que outros, como os que estão destacados em serviços administrativos, não utilizam a pistola em treinos há vários anos.
Mesmo aqueles que o fazem, têm tido uma formação "insuficiente", de acordo ainda com o comandante, tendo em conta que os regulamentos internos definem que cada agente deve ter, pelo menos, três formações por ano.
O comandante acredita que "o trabalho não tem sido prejudicado porque não tem havido acidentes, ou seja "nunca nenhum cidadão foi baleado" pela polícia e a arma é pouco utilizada até pela baixa criminalidade e características da região.
Porém, para Amílcar Correia, "a formação é absolutamente importante".
"Para termos um instrumento de trabalho e estarmos à vontade a trabalhar com ele, é absolutamente essencial sabê-lo utilizar bem e, para isso, é preciso praticar e é isso que nós não temos tido possibilidade", afirmou.
Com a nova carreira de tiro "e se forem disponibilizadas munições para gastar e tempo para treinar", o comandante está convencido que "o efectivo policial terá muito mais à vontade para trabalhar no dia-a-dia".
Com este equipamento, o secretário de Estado afasta, para já, a construção programada há vários anos de uma carreira de tiro coberta, que tem inclusive espaço reservado nas instalações de Bragança da PSP.
Implicaria um custo maior que os 150 mil euros previstos para Macedo de Cavaleiros, segundo o governante, que está apostado em cumprir com o programa que prevê a construção ainda este ano de sete carreiras de tiro no país: além de Macedo de Cavaleiros, Portalegre, Castelo Branco, Ponte Lima, Águeda, Coimbra e Guarda.
Rui Sá Gomes lembrou que a "falha" existente no Distrito de Bragança acontece por todo o País" e que o propósito do Governo é colmatá-la.
"É fundamental termos uma polícia bem preparada com meios e com formação", declarou.
HFI.
Fonte: Jornal de Notícias.

terça-feira, 29 de julho de 2008

TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO POLICIAL




As aulas de formação continua na área das técnicas de intervenção policial deviam fazer parte dos planos de formações anuais de todos os comandos e ser prioritária às demais formações, porque é na rua que é posta em causa a segurança individual do agente e a segurança do grupo, e até da própria sociedade. Os intelectuais entenderão que entregar umas fotocópias e estar com o rabo sentado numa cadeira a assistir, a olhar, "Powers Points" dá tarimba para enfrentar a realidade, mas estão enganados.
Entroncamento e Abrantes vêm mostrar que a qualquer momento, em qualquer lugar, podemos estar nós naquela posição. E, estamos preparados?
Como está a ser a realidade da formação em Viseu?

quinta-feira, 24 de julho de 2008

TRISTE MISÉRIA.


Pois é, o Sr. Ministro vende a imagem da criação das brigadas especiais anti-carjacking, exibindo bons carros, bom armamento, bom equipamento de protecção individual, mas nesta esquadra de Lamego, falta tudo.
E não e só material que se sente falta. É de vontade, de alterações e iniciativa.
Vivendo da realidade, não há computadores suficientes nem largura de banda para cumprir os mínimos de acesso às novas tecnologias. Os veículos ao serviço do patrulhamento ainda tem alguma operacionalidade, mas no serviço de investigação criminal?!
Estarão eles preparados para a caça ao carjaking? Com os meios disponíveis aconselhamos a fazer "bedjacking".

sábado, 19 de julho de 2008

"PERDIGÃO" PERDEU A PENA.


Perdigão perdeu a pena,

Não há mal que lhe não venha.

Perdigão que o pensamento

Subiu a um alto lugar,

Perde a pena do voar,

Ganha a pena do tormento.

Não tem no ar nem no vento

Asas com que se sustenha:

Não há mal que lhe não venha.

Quis voar a uma alta torre,

Mas achou-se desasado;

E, vendo-se depenado,

De puro penado morre.

Se a queixumes se socorre,

Lança no fogo mais lenha:

Não há mal que lhe não venha.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

MUDANÇAS À VISTA?!...


Fala-se, disse-se, que afinal a PSP de Lamego vai voltar a ser Divisão Policial. Portaria a legislar nesse sentido não existe, mas fala-se que vai ser publicada brevemente e que essa decisão está tomada e é um facto. Adiantando-se a essa decisão politica em Lamego adapta-se à nova organização havendo para já a assinalar mudanças nos cargos do comando desta "divisão" ou "esquadra".

sexta-feira, 27 de junho de 2008

A CULPA NÃO É DELE.


Lendo com atenção das declarações do Sr. Bastonário uma certeza sai das suas palavras: de facto os sindicatos são os principais responsáveis pela falta de policias nas vias públicas durante a noite, visto que, durante o dia andarem às centenas a cotovelar-se. De facto essas centenas de pessoas deviam trabalhar de dia e à noite, sem repousar, sem descansar, de dia a organizar a gestão, os inquéritos, os processos, as ocorrências, a fiscalização, a formação e a patrulhar, e, à noite, voltavam a vir trabalhar para guardar o sono repousante do Sr. Bastonário e companhia de "donos da verdade absoluta", prendendo pessoas que cometem crimes para, no próximo dia o sistema - diga-se advogados - na legitimidade do direito de defesa do arguido, a tudo fazer para esse criminoso voltar ao trabalho...
Assim sem esses sindicalistas para reclamar por horários justos, sem sindicatos para exigir a reposição da legalidade constitucional do direito ao repouso, sem sindicalistas para exigir direitos, como férias e o direito à família, havia polícias com fartura...
No entanto, gostávamos que o Sr. Primeiro Ministro, a Assembleia da República legislasse no sentido de não ser obrigatório a constituição de defensor em todos os processos crimes, cíveis e administrativos. Dessa forma o Sr. Bastonário perdia o pio. Porque, conhecendo nós o sistema por dentro, tendo o direito moral de apreciar profissionalmente a aptidão de muitos advogados, ou seja aquele "joio" que se distingue do "trigo", oxalá, todos iamos beneficiar com essa medida. Pelo menos a nossa defesa não dependeria deles .
O Sr. Bastonário falou, a ASPP deu uma exemplar resposta através de um dos melhores comunicados produzidos nos últimos tempos e quem mais falou para nos defender, a não ser os sindicalistas?!...

A CULPA É DE QUÊM, SR. BASTONÁRIO?!... DIGA LÁ.


O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, esteve na comissão parlamentar de Direitos Liberdades e Garantias onde defendeu que o número de agentes da PSP e da GNR afectos à segurança poderia ser bem maior. Se há falta de polícias na rua a culpa, na opinião do bastonário, é dos sindicatos.
Para Marinho Pinto, a quantidade de assaltos a estabelecimentos comerciais e a residências é preocupante, sendo por isso necessários «polícias fardados à noite para dissuadir a prática do crime».
Segundo o bastonário, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR), que estão vocacionadas para a segurança, «não estão a cumprir cabalmente as suas funções» devido «à influência do sindicalismo nas forças policiais».
O bastonário dos advogados, Marinho Pinto, criticou a acção da GNR e da PSP ao considerar que as duas forças de segurança «não estão a cumprir cabalmente a suas funções» e pediu mais polícias nas ruas durante a noite.
«O que se está a passar no país é muito preocupante. Nós não temos Polícia durante a noite», disse António Marinho Pinto na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde foi ouvido no âmbito da discussão na especialidade das Leis de Segurança Interna e de Organização da Investigação Criminal, assim como do Conselho para a Prevenção da Corrupção.
O bastonário da Ordem dos Advogados sublinhou que durante o dia «os polícias amontoam-se nas esquadras» das grandes cidades, mas à noite «estão completamente abandonadas» e muitas vezes «entregues a jovens inexperientes»
créditos à TSF.

terça-feira, 24 de junho de 2008

LAMEGO, ESQUADRA!... PORQUÊ?!...


Uma interrogação deve assolar o pensamento de todos nós que é a seguinte: porque motivo a Secção de Lamego desceu ao nível de Esquadra, enquanto, no exemplo de Chaves, esta se manteve como Divisão?
Os mais pessimistas falam novamente que é o novo passo para a saída de PSP de Lamego, outros dizem que foi incompetência da hierarquia da PSP que, desde a morte do comissário Guedes da Silva, transformou a Secção de Lamego numa esquadra, porque depois desse triste caso sempre teve Subcomissários a comandar e não Comissários.
Não há uma resposta, mas uma coisa é certa, penso que alguém na PSP ou no Governo anda a dar tiros nos pés e o futuro vai estragar-lhe a jogada...
Dessa forma a abertura da 2.ª Esquadra em Viseu absorve o imaginário do pessoal que presta serviço em Lamego e sonha em ir mais rapidamente para perto de casa, porque querem-se ver livre de Lamego, essa é uma triste ilusão, tanto para eles como para nós porque só a PSP enquanto força de policia é que perdeu com esta decisão.
Ao passar de Divisão a Esquadra, a orgânica, o funcionamento vai ser diferente e a cidade vai ser prejudicada bem como todos os seu elementos porque se perdeu peso de influência. A partir de agora é uma unidade orgânica subjugada às decisões de Viseu, sem autonomia e sem meios, quer materiais quer humanos.
A Esquadra de Investigação Criminal foi extinta, a Esquadra de Trânsito também, e, agora?!... Vem o pessoal de Viseu resolver os problemas a Lamego a todas as horas e a todos os momentos, tipo CODU ?!... Ou vai ser tudo ao monte e fé em Deus?!... Tipo tropa de Sabimbe.
Com esta decisão, também no aspecto politico, mais uma vez a cidade de Lamego foi ultrapassada por Viseu, porque com ela o estatuto da PSP de Lamego foi arrastado e desceu na consideração social como se vai ver no futuro.
Resta o profissionalismo do seu pessoal que, mesmo que se considere desmotivado, seja pelo conjunto de circunstâncias internas e externas, seja pela incompetência de quem decide, existe para nos dar alguma esperança.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

ESQUADRA DE LAMEGO


A Divisão de Lamego passou a Esquadra e nem a N.S. dos Remédios lhe acudiu.
Esta despromoção não dignifica a cidade de Lamego, quanto aos profissionais, o que havemos de dizer?... Os iluminados que contribuíram para esta decisão lá terão as suas razões e, se tudo correr bem foi uma boa decisão se correr mal, também.
Contudo, estas alterações, no que toca à organização do serviço operacional, de certeza irá obrigar a improvisos, a adaptações, a mudanças. Irá?!...
Contudo, no que toca a novas mudanças, aguardem o que nos reservou o grupo de trabalho da reforma do estatuto de pessoal...
O diploma que aprovou as estruturas é este: Portaria n.º 434/2008, de 18 de Junho.
Vale a pena ler.
Continuemos de férias... e a ver a nossa dita selecção nacional.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

NO BOM CAMINHO

De momento o Blog está adormecido com a crise dos combustíveis e com o Euro 2008. Notícias até as há, mas como ninguém além de nós quer colaborar, tomando a iniciativa de participar enviando textos para o email, nós também vamos comprar uns amendoins, umas cervejas, e aproveitar para carregar no botão do comando da TV e assistir à alegria do Povo. Porque é isto que o meu povo gosta: futebol. Os problemas podem esperar...

Será que o nosso "menino" aguenta com esta pressão...

sexta-feira, 30 de maio de 2008

DEVIAMOS ESTAR CONTENTES COM O SALÁRIO

A fazer fé no Jornal Correio da Manhã, o actual Senhor Comandante do COMETLIS, num discurso efectuado à frente do seu pessoal terá dito: “Deviam estar contentes com o salário” que está a provocar um tremor de terra em Lisboa.
Desculpem caros leitores, mas estas palavras são Sábias.
Só um Sr. Oficial iluminado, uma personagem inconsciente saída de uma triste comédia e um bom líder possui esta clarividência para utilizar esta terapia de choque para motivar o pessoal.
Pessoal que não progride de escalão há 3 anos, pessoal que viu o SAD/PSP abandonar os familiares, possuem salários abaixo da média na função pública (vejam os índices 100 da função pública para ver onde estamos posicionados), sem subsídios de risco, nem pagamento de horas nocturnas, feriados, e, com carga horária por regulamentar à vontade das necessidades, sem viatura do serviço para se deslocar (também eles têm carácter permanente de disponibilidade), sem habitação por conta do estado, sem mordomias e ajudas de representação, sem isenção de horários, sem equipamentos de protecção individual para lhe garantir alguma protecção contra actos violentos, sem apoio nos turnos nocturnos, fins-de-semana e feriados, e com apoio moral desta espécie!
Reduzindo-nos ao nosso burgo, até dá para questionar, quem não se lembra de outro iluminado que há uns anos passou aqui por Lamego que disse na sua primeira reunião de apresentação: “ Comigo os problemas pessoais do pessoal ficam lá fora do portão!” – lembram-se? Pois esteve cá pouco tempo... Antes, outro dizia que só vivia da polícia, mas… Antes…
Assim, caros colegas, para não se fugir do assunto, como dizem o ditado: “ Fala só quando aquilo que tens para dizer é mais importante do que o teu silêncio.”- devemos aprender a estar calados.
Salutar, um ar de esperança de tempos pacíficos foi ouvir o novo Sr. Comandante Distrital de Viseu, ontem, numa reunião tido ontem em Lamego, dizer aquilo que disse. Promete. Mantenha-se assim e vai ver que o pessoal, o bom pessoal, tirando os “lambe botas”, porque essa espécie de pessoas há em todo lado, dar-lhe-ão bons motivos para com nobreza os Comandar.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

O "PATRÃO" ESTEVE EM LAMEGO

Ops..., parece, não estivemos lá, que passou por Lamego e almoçou na encosta do Douro...
Enquanto isso, na cidade, não entregou novas viaturas à PSP de Lamego, nem entregou computadores, nem anunciou a construção de uma nova esquadra, ou disse que a Secção de Lamego passou a Divisão, não entregou as novas armas de 9 mm...

terça-feira, 6 de maio de 2008

PENSAMENTO DO DIA

"Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco. Quem não trabalha não erra. E quem não erra é promovido "

quarta-feira, 30 de abril de 2008

CHEFIA E LIDERANÇA

Dois agentes e um chefe saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de lá de dentro sai um génio.
O génio diz: "Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês".
"Eu primeiro, eu primeiro", grita um dos agentes: "Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!" Puf! e ele se foi.
O outro agente apressa-se a fazer o seu pedido: "Eu quero estar no Havai, com o amor da minha vida!" Puf e ele foi-se.
"Agora você!", diz o génio para o chefe. "Eu quero aqueles dois de volta à esquadra logo depois do almoço", diz o chefe.

Moral da história:
Deixe sempre o chefe falar primeiro.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

UMA HISTÓRIA SOBRE HONESTIDADE


Conta-se que por volta do ano 250 A.C, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava as vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.
No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar em casa e relatar o fato a jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir a celebração, e indagou incrédula:- Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu:- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, e isto já me torna feliz.
À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, as mais belas jóias e as mais determinadas intenções.
Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:- Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu as profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos, etc...
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.
Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.
Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção.
Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado ?
Então, calmamente o príncipe esclareceu:- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.
Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca.
Você será sempre um Vencedor.
APLIQUEMOS ESTA HISTÓRIA ÀS AVALIAÇÕES E LOUVORES.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

NOTÍCIA ON-LINE - DIÁRIO XXI


Concentração em Lisboa relembra 19 anos do «Secos e Molhados»


Segunda-Feira, 21 de Abril de 2008


Várias estruturas sindicais da PSP realizam hoje, no Terreiro do Paço, uma concentração para lembrar os 19 anos do «Secos e Molhados», a primeira grande manifestação dos polícias portugueses. Contudo, esta concentração, para além de lembrar a luta dos agentes, servirá igualmente para as estruturas sindicais relembrarem ao Governo certas reivindicações que têm vindo a fazer ao longo dos últimos anos
Vasco LopesÉ comum dizer-se que, entre as conquistas do 25 de Abril de 1974, contavam-se direitos como a liberdade de expressão, de associação ou de organização sindical. Isto pode até ser verdade para a esmagadora maioria da população portuguesa, mas, para a Polícia de Segurança Pública, o «25 de Abril» acabou por chegar muito mais tarde, num episódio cujas imagens correram Mundo: o «Secos e Molhados».Até 1985, o regulamento da PSP regia-se por normas draconianas. Por exemplo, qualquer indício de associativismo, mesmo que injustificado, dava direito a que os agentes acusados fossem imediatamente detidos, sem direito a defesa - bastava uma participação superior para dar direito a ir dormir umas quantas noites à esquadra da Reboleira. Falar mal da situação da PSP era completamente proibido à luz dos regulamentos da época, mesmo que muitos aspectos gerassem grande insatisfação. Basta lembrar que muitos polícias dormiam em camaratas arruinadas ou em quartos alugados (que «levavam» uma fatia substancial do ordenado), mas nem uma palavra poderia ser dita a propósito, já que tal equivaleria a uma punição.Uma das grandes lutas da época dizia respeito às folgas. Os agentes tinham direito a apenas um dia de descanso quinzenal, mas, se tivessem que realizar um serviço gratificado, até mesmo essa folga deixava de existir. “Por isso, muitos agentes passavam meses e meses sem ver a família”, relembra António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP) e um dos pioneiros do sindicalismo da PSP.A COBERTO DA NOITEDo mesmo modo que, durante o Estado Novo, existiram grupos políticos e/ou de oposição ao regime na clandestinidade, ao longo de uma década e meia, formaram-se grupos de agentes da PSP que não estavam dispostos a deixar de lutar pelos seus direitos. Não podemos falar ainda de sindicatos, mas sim de associações clandestinas, que se reuniam aqui e ali no maior secretismo. “Muitas vezes, a coberto da noite, colava faixas e cartazes em dois minutos e, logo a seguir, punha-me em fuga”, contou ao NM António Ramos.21 DE ABRIL DE 1989Dias antes dos 15 anos da Revolução dos Cravos, teve lugar uma manifestação, que, de certa forma, foi uma espécie de «25 de Abril da Polícia».Naquele ano de 1989, as estruturas «pré-sindicais» da PSP aperceberam-se que já teriam uma adesão bastante significativa, embora existisse ainda um certo receio de dar um primeiro passo significativo. A 10 de Março, seis agentes dirigiram-se ao Ministério da Administração Interna e pediram para ser recebidos pelo ministro Silveira Godinho ou por um secretário de Estado, mas acabaram por falar apenas com um funcionário ministerial. Nada saiu deste encontro.No dia 21 de Abril, tem lugar um grande encontro na Voz do Operário, onde, inclusivamente, participaram Torres Couto (ex-secretário-geral da UGT) e Carvalho da Silva (secretário-geral da CGTP), que, apesar de não terem entrado directamente nos confrontos que se seguiram, acompanharam a marcha dos agentes da PSP até ao Ministério da Administração Interna. Uma vez mais, os agentes exigiram ser recebidos por Silveira Godinho, mas acabaram, isso sim, por receber voz de prisão.«SECOS E MOLHADOS»Para dispersar a manifestação em frente ao ministério, Silveira Godinho deu ordens para avançar o Corpo de Intervenção da PSP, mas muitos agentes recusaram-se a carregar contra colegas seus. Por isso, foi um Corpo de Intervenção recrutado à pressa que acabou por recorrer aos canhões de água para tentar dispersar os agentes concentrados no Terreiro do Paço, que, por seu turno, não desmobilizaram.As imagens dos polícias encharcados, formando um cordão humano numa das principais praças de Lisboa, foram filmadas, passaram na RTP e correram Mundo, como um alerta para a situação dos polícias em Portugal. Os manifestantes passaram a noite da esquadra de Queluz (na Reboleira, recusaram-se a recebe-los), mas saíram vencedores da contenda: Silveira Godinho acabou, pouco tempo depois, por sair do Governo, sendo substituído por Manuel Pereira.Em 1991, com a Lei 60/90 de 20 de Fevereiro, os agentes da PSP passaram a ter direito à liberdade associativa, ainda que de forma muito restrita. Em 2003, já no Governo de Durão Barroso, viram reconhecido o direito à liberdade sindical (e, actualmente, existem vários sindicatos da PSP), embora, como contrapartida, tivessem que ceder num aspecto: o direito à greve, ainda hoje não reconhecido.

A luta ainda não terminou“Em certos aspectos, estamos pior hoje do que em 1989, apesar de termos conseguido uma folga semanal”, comentou António Ramos (que esteve na primeira linha do «Secos e Molhados», que, apesar de tudo, não deixou de afirmar: “Mas valeu a pena”. Por isso, a concentração de hoje, que começa às 17h30, servirá não só para relembrar o «Secos e Molhados», mas também para chamar a atenção das populações para algumas das reivindicações dos polícias, como a questão da idade de reforma ou do sistema de saúde da PSP, que sofreram grandes alterações com este Governo, na época em que António Costa ainda detinha a pasta da Administração Interna.

quinta-feira, 27 de março de 2008

O QUE É ISTO?...


Meu Senhores, isto será verdade?
Então, estamos a evoluir…
Uma viatura destas está habitualmente parada na recta entre o Ramalhão(Sintra) e o Autódromo do Estoril.Outra no IC19 entre Mem martins e a saída para Mafra/Ericeira etcNovo modelo de radar - DIVULGUEM!!
Isto já cá está!Prevenir ..... sim! Educar ... sim! Sensibilizar ... sim! ...Caçar, á procura de €uros, NÃO!Aquilo não é um radar é uma 'arma' de caça!
E agora diz-me:Não tens pena de viver num País assim?

créditos ao autor.

sexta-feira, 21 de março de 2008

NÃO HÁ SUBCHEFES NEM CHEFES


Inédito, surreal, inexplicavél, apenas um chefe escalado e a prestar serviço..., durante a época da Pascoa. Como é possível?!... Os restantes foram de Férias, Baixas e Assistência e muita, mas mesmo muita má gestão.

E agentes?!... São as férias, baixas, diligências, mas ficaram alguns "escravos" para fazer o trabalho.

E, finalmente, Oficiais, "no coments"...

No entanto, os tristes dos agentes que ficaram, mesmo que doentes da " mona" ou com pouca motivação face ao belo exemplo vindo de cima e que é dado pelos ditos "superiores" que vai trabalhar nos feriados, nem uns excessos por conta do trabalho prestado nesta altura. NADA, aquele maldito texto do fax não permite...
Pois é, seria neste momento que os verdadeiros lideres faziam a diferença (mandavam passear o fax e davam os excessos), mas infelizmente não fazem e não permitem.

quarta-feira, 19 de março de 2008

AVALIAÇÕES DO MÉRITO

As avaliações ao mérito feitas ao pessoal que presta serviço em Lamego estão feitas. Os avaliados estão a receber as notas.

" Quantas são. Venham elas, não tenho medo de ninguém!..."

Pois é, mas 5 valores numa escala de 10, faz ferver os azeites a qualquer um...

Contudo, bonito vai ser quando estas avaliações se refletirem nas progressões: em 3 anos tem-se de ter pelo menos 2 (duas) de Bom ( 6,7 ou 8 valores).

Com o 5 (cinco), é só Suficiente...

FORMAÇÃO 3


Esta é, será que é, a solução ideal para efectuar formação de tiro reactivo, prático? !...
A saúde do pessoal (pólvora no ar devido às partículas minúsculas que são respiráveis) estará garantida neste tipo de formação? O pessoal que sofre de doenças respiratórias está informado das consequências possíveis da exposição a este tipo de ambiente? Quem fiscaliza as condições deste tipo de equipamento? Tantas perguntas e nenhuma resposta, pelo menos que nós as saibamos dar.

sábado, 15 de março de 2008

Formação 2

Andam por aqui piratas informáticos ou o quê!... Isto dá para desconfiar. Desapareceu...

quinta-feira, 13 de março de 2008

FORMAÇÃO EM VISEU

Uma das principais obrigações e funções da PSP é ministrar formação e informação aos seus subordinados. Contudo, formação e informação é uma miragem.
Não há aulas nem teóricas nem práticas, não há elementos a praticar técnicas-policiais nem de defesa pessoal. Lá vai havendo umas formações na sala de formação na sede do comando para onde os elementos são, criteriosamente ( quase sempre são os mesmos), nomeados para uns dias em Viseu (falando do pessoal que presta serviço em Lamego).
E quanto à formação de tiro, sem comentários. Aliás, há quem diga, não sabemos se é verdade, que existe no edifício da PSP de Viseu, um espaço que foi projectado para uma carreira de tiro. No entanto, e por agora as sessões actuais de tiro prático são efectuadas à pressa nas carreiras de tiro "alugadas" ou no camião da PSP, cumprindo-se os períodos da forma que são superiormente determinados cuja finalidade se esgota na missão cumprida, mesmo que os elementos saiam de lá sem saber desmontar a arma que lhe está distribuída, normalmente STAR`s. Agora vêem, e falam de avaliação de tiro! Dá mesmo para rir!...
Caricato ou não, todos os comandos de polícia possuem uma equipa de formação permanente de técnicas policiais, mas Viseu é uma excepção. Os actuais elementos formadores são agentes que cumprem serviço operacional normal e excepcionalmente são convocados para dar umas formações de tiro, para "inglês ver". Pena é que existindo dois excelentes quadros, ex-operacionais do GOE, com provas dadas naquilo que valem, estejam subaproveitados.
O pessoal só tinha a ganhar se fosse criada uma equipa permanente de formação, mas para já está entregue a teóricos. Porquê, não interessa que o pessoal esteja preparado e motivado? Parece que não, para não se apostar na formação.
Isto assim não é formação. É uma "espécie" de formação e não há Moral para os avaliadores avaliarem.
Em Viseu existe igualmente um ginásio, ou melhor um espaço que foi criado para ginásio, às moscas e entregue ao pó. É mesmo para perguntar: será que ninguém aposta na formação física e dá utilidade ao espaço dignificando a própria imagem da PSP?
E no acesso à informação. Vejam só isto, dão formação SEI, tudo é feito nos computadores, até a ordem de serviço não sai do computador, e computadores para trabalhar e para se informar? Quantos para quantos agentes?!...
E computador para se informarem.
A titulo de exemplo, alguém sabe quantos pertencentes à PSP e ligados à rede existem em Lamego?
Já agora, quantos gabinetes de Srs. Oficiais ou Srs. Chefes de Serviços estão sem computadores? Agora imaginem o pessoal operacional..., ena tantos, e computadores?
Vale a pena meditar nisto.
Alterada e republicada pelo Blog.
Créditos aos autores.

terça-feira, 4 de março de 2008

Segurança é palavra desconhecida

Os profissionais da PSP continuam à espera de ver consagrados direitos que dizem não ter. As queixas são mais que muitas e vão desde a falta de meios, até à falta de segurança, passando pelo mau estado das esquadras. Problemas que dizem ser antigos, mas ainda sem solução.-Ana Caridade - O Primeiro de Janeiro.
A lista de doenças profissionais que podem afectar os agentes da Policia de Segurança Publica é extensa e nada animadora. Para além do stress pós-traumático e dos altos níveis de ansiedade, as doenças coronárias e as oncológicas têm nos polícias uma incidência superior à média. O suicídio, a dependência de álcool e drogas e os distúrbios do sistema nervoso também estão há muito associados à profissão. Motivos que, na opinião dos profissionais da PSP, são mais do que suficientes para que o poder político olhe para eles com outros olhos. Querem garantias de segurança, querem acesso privilegiado à saúde, querem estar informados, querem investimento na prevenção. Apesar das reivindicações, dizem que a única coisa que têm recebido é uma mão cheia de nada. Durante um seminário que aconteceu na sede distrital do Porto da Associação Sindical de Profissionais da Policia/PSP, o discurso de revolta foi transversal. Discutia-se Saúde e Segurança no Trabalho, palavras que não fazem parte do dicionário das forças de segurança portuguesas. Na verdade, são excluídas de todos os tratados, artigos e leis que consagram a segurança no trabalho. O artigo 118 do tratado que institui a Comunidade Económica Europeia, tem como finalidade assegurar a segurança dos trabalhadores que fazem parte deste espaço económico. Esse artigo entrou em vigor em Portugal em 1991 e é valido para todos, menos para os profissionais das forças policiais que são expressamente excluídos. O mesmo acontece com o código de trabalho que bane do seu braço legal as forças de segurança. Só a ConstituiçãoMadalena de Lima, advogada e investigadora da Universidade Autónoma de Barcelona no campo da segurança no trabalho diz que, perante este cenário, os polícias deste país só têm a Constituição do seu lado. “Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções politicas ou ideológicas, têm o direito à prestação do trabalho em condições de higiene e segurança” pode ler-se no artigo 59º da Constituição da República Portuguesa. Uma prática que, segundo a especialista que se tem debruçado sobre a questão da segurança nas forças policias, “é completamente desconhecida dentro das forças de segurança”. Madalena de Lima defende que em Portugal deveria existir “uma legislação que se adaptasse à real situação dos profissionais da polícia que não podem ser considerados trabalhadores como outros quaisquer”. Isto porque, “os polícias estão sujeitos a pressões, a riscos e a perigos que a grande generalidade das profissões não acarreta e que lhes aumenta em muito os níveis de ansiedade”. A investigadora disse ainda que “a falta de meios é uma das principais fontes de stress e que a desadequação desses meios, como sejam os carros e as armas, são responsáveis pela grande maioria das doenças profissionais que afectam os agentes”. Segundo Paulo Teixeira, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia/PSP (ASPP/PSP), em Portugal, nos vários sectores de actividade, incluindo sectores da Administração Pública, “foi necessário muito tempo para que se reconhecessem até que ponto as condições de trabalho e a produtividade se encontram ligadas”. Numa primeira fase, diz o responsável, houve apenas percepção da incidência económica dos acidentes de trabalho, onde inicialmente só eram considerados os custos directos relacionados com a assistência médica e indemnizações. “Só mais tarde se começaram a considerar as doenças profissionais”. Começou então a perceber-se que os custos indirectos dos acidentes de trabalho e as próprias doenças profissionais – com a perda de horas de trabalho, interrupções no serviço, custos inerentes à recuperação dos profissionais – são geralmente quatro vezes mais elevados que os custos directos.“Mais uma vez a PSP demonstrou não saber acompanhar o ritmo da evolução da sociedade em geral, perfilando-se actualmente nas fileiras da primeira fase desta matéria, onde a maior preocupação, no que diz respeito aos acidentes de trabalho, ainda reside na problemática da incidência económica na área da assistência médica e indemnizações. Longe, portanto, do princípio de que prevenir é sempre mais barato que curar”, realçou Paulo Teixeira.