
Este espaço não é, nem serve para atacar alguém, mas sim um espaço informativo e formativo da ASPP.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
NOVO ANO, VIDA NOVA. FELIZ 2009. ASPP SEMPRE.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
ACONTECEU EM VISEU.
Escutar bem o comentador!...
" Seriam mais de mil e quinhentos alunos..., e pouco mais de uma dezena de polícias..."
sábado, 13 de dezembro de 2008
MISERAVEIS POLICIAS.

Num cenário destes, onde a anarquia impera, os instintos animalescos dominam, onde os polícias são usados, quer pelo poder politico quer como alvo dos inergúmenos, atiram-lhes pedras, paus, agredirem-nos e deitam-lhes fogo. Que hipóteses tínhamos nós?!... Em Portugal, com os meios que temos, numa situação destas, que garantias temos?!...
Portugal é um Povo sereno, tranquilo, protesta muito, mas luta pouco.
Se um dias as coisas aquecerem da forma como se viu na França e agora se vê na Grécia, estaremos nós preparados?! Os nossos uniformes, o equipamento standard, vulgo uniformes em uso (excepto UEP), não possuem características para aguentar isto como todos nós sabemos?
E, alguém se importa.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
... POLÍCIA TRANSFORMADO EM PALHAÇO...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008
PORQUE RAZÃO SE SUICIDAM OS POLICIAS?
sábado, 25 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
FIM DO REGABOFE
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
PRECISA-SE DE MAGALHÃES EM LAMEGO

Este tipo de computador chama-se "Magalhães" e parece que o Governo anda a oferece-lo nas escolas a todas crianças que estudam no País, a preço de saldo. Ora, a PSP de Lamego, como actualmente tem menos de 10 computadores operacionais - imaginem menos de 10 - dizem que devido à miserável arte de pedir a quem de direito, e porque os ditos responsáveis hoje já cá não estão e não podem responder por tamanha incompetência, ou melhor por tamanha miséria de visão, a ASPP agradecia ao Sr. Ministro, ou a alguma alma caridosa que, rapidamente, resolva este absurdo oferecendo também uns "magalhões" à Esquadra de Lamego de modo que o pessoal ali possa trabalhar com dignidade oferecendo um bom serviço ao cidadão que ali se desloca. Mandar pessoas para "casa" com a desculpa de que não existem computadores disponiveis é forte, muito forte.
Dizem que há pessoal na Investigação Criminal e no Trânsito que tem de esperar numa fila de espera para utilizar um único terminal e quando se senta ainda sente a cadeira "quentinho"...
E estando nós a falar dum serviço em quase tudo tem de passar computadores, num universo de 5o funcionários, imaginem ...
Incrível!... Contado, ninguém acredita. Querem apostar?
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
SUSPIRO QUASE FINAL.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
ESCRAVATURA "MODERNA"
Profissionais da polícia com «horários de escravatura»
Fonte: TSF
Hoje às 01:38
As associações sindicais da PSP e da GNR alertaram que as acções de fiscalização que se têm multiplicado nos últimos tempos e que impõem a alguns polícias «horários de escravatura» estão a afectar a qualidade do serviço prestado às populações.
Em declarações à TSF, o presidente da Associação de Profissionais da Guarda disse que, sob a «figura da disponibilidade permanente para o serviço», muitos polícias estão a trabalhar «24 sob 24 horas», dependendo o tempo de descanso da «sensibilidade de cada chefe».
«Muitos elementos trabalham em horários de escravatura», cujos resultados são «absolutamente negativos para a qualidade do serviço prestado e para a própria vida do profissional», acrescentou José Manageiro.
Por seu lado, Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), alertou que as «operações de fiscalização têm triplicado e, nalguns casos, quadruplicado».
«Muitos profissionais fazem o seu horário normal de trabalho e, passado três a quatro horas», têm de fazer uma operação de fiscalização, o que implica «alguns prejuízos no descanso», frisou.Paulo Rodrigues alertou ainda que o acumular de trabalho está a provocar «sofrimento acrescido» e «desconforto nalgumas divisões da PSP», para além de prejuízos na qualidade do serviço prestado.
sábado, 20 de setembro de 2008
EXCELENTE SERVIÇO. MÉRITO AO PESSOAL ENVOLVIDO.

O comandante da PSP de Viseu, Vítor Rodrigues, informou que, nos últimos meses, tinham sido registados vários furtos no interior de residências, tanto na área da PSP como na área da GNR na zona de Lamego, em que os objectos levados eram essencialmente artigos em ouro.
Após várias diligências, foi identificado e detido um homem de 46 anos, que, segundo a PSP, «vinha sendo vigiado». «Tinha na sua posse uma mochila, com vários artigos em ouro roubados, que, ao que tudo indica, preparava para vender», referiu o comandante.
Posteriormente, foram levadas a cabo buscas à residência do suspeito, onde viriam a ser apreendidas uma catana, um telemóvel e um GPS.
Durante a investigação, «foram apreendidas na zona de Moimenta da Beira, também algumas peças em ouro que o homem terá oferecido» a uma pessoa amiga.
Segundo a PSP, «foram reconhecidos, pelos seus legítimos proprietários, alguns dos artigos em ouro que tinham sido furtados em residência na zona de S. Geão, freguesia de Penajóia».
O comandante da PSP de Viseu admitiu que «ainda não terá sido recuperado todo o ouro furtado», continuando as diligências no sentido de vir a identificar outros indivíduos que possam estar envolvidos, já que «ainda não há certezas que este seja o único assaltante».
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
ESTA NOTÍCIA TEM 4 ANOS. O QUE SE FEZ DEPOIS?
«António» (nome fictício) tinha 37 anos e era polícia em Lisboa. A pressão do trabalho há muito que o deixara deprimido. Pediu ajuda. Ninguém ouviu. Um dia não aguentou e pôs fim à vida, com um tiro na cabeça. Nos últimos dez anos, 35 agentes da PSP cometeram suicídio. Dados oficiais que, para a psicóloga Sandra Coelho, do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), «ocultam a realidade» de um fenómeno «subavaliado» no País. Uma visão confirmada por duas das estruturas sindicais, mas refutada por outra. O director do Gabinete de Psicologia da PSP diz que «o suicídio nunca se esconde».De acordo com a responsável do Gabinete de Psicologia do SPP, há cada vez mais profissionais em risco e a realidade é «escondida», porque os agentes não podem «falhar», e essa «é a maior das falhas». Segundo explicou ao DN Sandra Coelho, as estatísticas oficiais apenas dizem respeito aos suicídios com recurso a arma de fogo ou, em raras excepções, por enforcamento. «São as mortes visíveis, citadas nos media como casos pontuais», mas, acrescenta, existirão casos de agentes que recorrem, por exemplo, à ingestão de comprimidos, «que nunca vêm a lume. Aqui, a causa de morte pode ser apresentada como uma simples paragem cardíaca». Também para Ernesto Peixoto, secretário-geral da Associação Sindical Independente de Agentes da PSP, o suicídio está subavaliado. «Sei de vários casos de colegas que atiram o carro de uma ribanceira abaixo e esses não são contabilizados», contou, defendendo que factores como «trabalhar oito dias seguidos sem folgar» agravam a situação. Daí que sejam cada vez mais comuns situações de «baixas por doenças psicológicas» e reformas antecipadas.Já para Fernando Passos, «a contabilização do número de suicídios é rigorosa e não há hipótese de existirem confusões». E mostra-se optimista: «Desde 2001, quando o nosso serviço abriu, que o número tem vindo a diminuir.» Uma leitura partilhada por um dos maiores sindicatos, a Associação Sindical de Profissionais da Polícia, que diz não haver subavaliação: «Os agentes são pessoas como as outras, com problemas comuns», disse o presidente Alberto Torres, para quem os suicídios não estão necessariamente ligados à profissão.Com uma visão contrária, Sandra Coelho alerta para a necessidade de prevenção. «O grau de desespero e descontentamento é cada vez maior e existem muitos profissionais que se encontram próximos de atingir o limite», afirmou.Alcoolismo. Há quatro anos, «Fernando» (nome fictício) pediu para que lhe prolongassem o tempo de serviço nos Açores, para dar apoioà filha que lá morava, na altura menor de idade. O pedido foi negado e o agente da PSP voltou para o Porto, «deixando a miúda perdida por lá» com a mãe. Daí ao alcoolismo foi um passo. Casou-se, divorciou--se e viu na bebida um «escape» à «enorme pressão no trabalho», aos «superiores que mandam em vez de comandar». Hoje, com 51 anos, está recuperado, mas não deixa de criticar a falta de apoio na PSP por considerar que resolvem os problemas «com processos disciplinares».Casos de alcoolismo são cada vez mais frequentes nas consultas de Sandra Coelho. «E a desintoxicação é morosa, com taxas de sucesso pequenas», diz. Fernando Passos desvaloriza: «A população policial enferma de alguns males da população portuguesa, mas não se pode dizer que é toxicodependente ou alcoólica.» Para a psicóloga, entre os factores de risco está a falta de apoio familiar, com «muitos agentes, em início de carreira, deslocados das famílias». As estatísticas do Gabinete de Psicologia da PSP mostram o contrário: só cinco por cento dos profissionais que ali acorrem estão longe de casa. Segundo Fernando Passos, o stress profissional e a instabilidade familiar são os principais responsáveis. O DN contactou a Direcção Nacional da PSP, que nos remeteu para o Gabinete de Psicologia. No entanto, o Gabinete de Relações Públicas garante «que é dado todo o apoio aos agentes».
sábado, 6 de setembro de 2008
FUSÃO PSP E GNR
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
NOVOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
O que estará a querer dizer este Indio com os sinais de fumo, perguntaram os caros associados. A pedir socorro? A informar qualquer coisa? Nunca saberemos. Mas, no seu tempo, isto era eficaz e resultava. AFINAL NÃO VEM E ESTÁ NAPSP QUEM QUER, SÓ QUEM PODE.
Anunciado, em Março, como um dos principais pontos do programa estratégico de segurança do Governo, o processo para reforçar a PSP e a GNR com dois mil novos elementos não tem tido números muito animadores, pelo menos no que diz respeito à primeira força de segurança.
Segundo o JN apurou, a maior parte dos candidatos ao concurso para a PSP (cerca de 1930) não passou à fase final de selecção, ficando pelo caminho após a realização dos testes psicotécnicos, provas físicas e de saúde. Os que não "chumbaram" serão, agora, sujeitos às entrevistas de avaliação de perfil, para terem acesso às mil vagas disponibilizadas pelo Ministério da Administração Interna (MAI). Seguir-se-á o curso de formação, de nove meses. O JN tentou, sem êxito, saber o balanço relativamente ao concurso aberto para a GNR.
Contactado pelo JN, Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), considerou "preocupantes" os resultados conhecidos até ao momento. A começar pelas três mil candidaturas. "É muito pouco, se compararmos, por exemplo, com a década de 90, em que chegava a haver até 14 mil candidatos e, por vezes, 6000 passavam à última fase. Alguma coisa não está bem", afirmou.
Relativamente ao facto de apenas haver 1070 candidatos envolvidos na "disputa" pelas mil vagas prometidas pelo Governo, o dirigente sindical considera que tal poderá implicar "uma selecção menos rigorosa", para que não se corra o risco de alguns lugares ficarem por preencher.
"Desta forma, poderá haver uma redução dos níveis de exigência e de qualidade para entrar na PSP, numa altura em que é preciso melhorar em todos os sentidos para responder aos problemas de segurança", argumentou o dirigente, explicando a pouca afluência de cidadãos como um "reflexo" da falta de condições que marca o quotidiano da Polícia. "Hoje em dia, ser polícia não é uma profissão atractiva. Vive-se em permanente risco de vida; não se trabalha com condições dignas e o salário é ridículo. É preciso uma política séria de segurança", concluiu Paulo Rodrigues.
O JN pediu ao MAI esclarecimentos sobre o ponto da situação dos concursos de selecção para as duas forças de segurança e respectivos prazos, mas não foi dada resposta em tempo útil.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
NOVOS MEIOS PARA COMBATER A CRIMINALIDADE


quarta-feira, 27 de agosto de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
SEM COMENTÁRIOS.

No dia 14 de Agosto de 2008, no recinto da feira semanal de Lamego, um agente da esquadra de Lamego, foi agredido, no exercício das suas funções, por ter ido acudir um fiscal da câmara Municipal de Lamego, que também acabou por ser agredido, sem que esse polícia pudesse evitar e depois tivesse sido necessária a GNR de Lamego para lhes prestar apoio e socorro porque a PSP... estava longe! Vêm de Viseu ou Vila Real?!...
Não houve detenções, pelo menos a polícia e a GNR não levou ninguém.
Os ciganos esses ficaram-se a rir, entre dentes.
Esta foi a segunda vez que vi os ciganos colocarem os homens da PSP a fugir com o rabo entre pernas (sentido figurativo).
Como cidadão pergunto: que raios se está a passar com o pessoal que presta serviço na Esquadra de Lamego? Andam com medo?!...
Agora chamam a GNR de Lamego a lhes vir acudir, aliás situação que não censuro nem critico porque gostei de ver. Que seja um exemplo a seguir.
O que custa a entender é a passividade, a falta de profissionalismo de alguns e a forma como imagem e o prestígio da PSP de Lamego e a segurança que sempre transmitiu às pessoas de Lamego está a ficar em causa com estes comportamentos de parte a parte.
Não conheço as razões, nem os motivos, mas uma coisa se sente: a polícia de Lamego, principalmente o pessoal fardado, demonstra medo dos ciganos. Se não todos a maior parte deles mostra isso. Já em relação ao pessoal à civil, é difícil apurar isso já que não os vejo a esticar-se tanto. Lembro-me agora duma situação em que vi um chefe e dois ou três elementos à civil a entrar pela feira a dentro e foram buscar um cigano que lhes tinha fugido. Gostei de ver aquela coragem. Soube que esse chefe foi demitido por falta de lealdade…
E, mérito à atitude de outros dois elementos das brigadas que sozinhos (diz quem viu eu não estava lá), com os colegas fardados atrás deles a tremer como varas verdes, revistou e apreenderam uma arma de fogo proibida a outro indivíduo cigano.
São estes exemplos do passado, que não vejo. É este exemplo que não aprecio. E são estes os exemplos que nos vão colocar em perigo. Porque nem a PSP, nem o Governo Civil, nem a Câmara têm mão nos ciganos. Eles fazem o que querem, quando querem e onde querem. Porquê.
Respondam-me, senhores polícias
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
NEM TODOS PENSAM IGUAL.
"Há elementos da polícia que, se calhar, há dez anos que não utilizam a pistola em treinos", comentou o comandante distrital da PSP, Amílcar Correia.
De acordo com o comandante, esta realidade que afecta alguns dos cerca de 200 agentes da PSP no Distrito, deve-se à falta de condições para treinar, um "falha" reconhecida hoje pelo secretário de Estado da Administração Interna.
O governante Rui Sá Gomes oficializou, em Bragança, com a Câmara de Macedo de Cavaleiros, um protocolo para a construção de um campo de tiro, o primeiro na região.
A autarquia de Macedo de Cavaleiros disponibilizou o terreno e esta cidade foi a escolhida para a instalação do equipamento pela sua centralidade no Distrito.
Segundo o secretário de Estado, a falta desta infra-estrutura tem obrigado os agentes das forças de segurança a "grandes deslocações, por exemplo a Braga, para fazerem poucas horas de tiro".
No caso da PSP, nos últimos anos, os agentes têm treinado numa carreira de tiro móvel que se desloca duas vezes por ano à região.
De acordo com o comandante Amílcar Correia, esta solução tem permitido a cada agente fazer uma média de 90 tiros por ano mas nem todos têm sido contemplados com a formação porque o tempo que a carreira móvel permanecia na região não permitia.
O comando optou por dar formação aos polícias que se encontram em serviços operacionais, enquanto que outros, como os que estão destacados em serviços administrativos, não utilizam a pistola em treinos há vários anos.
Mesmo aqueles que o fazem, têm tido uma formação "insuficiente", de acordo ainda com o comandante, tendo em conta que os regulamentos internos definem que cada agente deve ter, pelo menos, três formações por ano.
O comandante acredita que "o trabalho não tem sido prejudicado porque não tem havido acidentes, ou seja "nunca nenhum cidadão foi baleado" pela polícia e a arma é pouco utilizada até pela baixa criminalidade e características da região.
Porém, para Amílcar Correia, "a formação é absolutamente importante".
"Para termos um instrumento de trabalho e estarmos à vontade a trabalhar com ele, é absolutamente essencial sabê-lo utilizar bem e, para isso, é preciso praticar e é isso que nós não temos tido possibilidade", afirmou.
Com a nova carreira de tiro "e se forem disponibilizadas munições para gastar e tempo para treinar", o comandante está convencido que "o efectivo policial terá muito mais à vontade para trabalhar no dia-a-dia".
Com este equipamento, o secretário de Estado afasta, para já, a construção programada há vários anos de uma carreira de tiro coberta, que tem inclusive espaço reservado nas instalações de Bragança da PSP.
Implicaria um custo maior que os 150 mil euros previstos para Macedo de Cavaleiros, segundo o governante, que está apostado em cumprir com o programa que prevê a construção ainda este ano de sete carreiras de tiro no país: além de Macedo de Cavaleiros, Portalegre, Castelo Branco, Ponte Lima, Águeda, Coimbra e Guarda.
Rui Sá Gomes lembrou que a "falha" existente no Distrito de Bragança acontece por todo o País" e que o propósito do Governo é colmatá-la.
"É fundamental termos uma polícia bem preparada com meios e com formação", declarou.
HFI. Fonte: Jornal de Notícias.
terça-feira, 29 de julho de 2008
TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO POLICIAL


quinta-feira, 24 de julho de 2008
TRISTE MISÉRIA.

sábado, 19 de julho de 2008
"PERDIGÃO" PERDEU A PENA.

sexta-feira, 11 de julho de 2008
MUDANÇAS À VISTA?!...

sexta-feira, 27 de junho de 2008
A CULPA NÃO É DELE.

A CULPA É DE QUÊM, SR. BASTONÁRIO?!... DIGA LÁ.

Para Marinho Pinto, a quantidade de assaltos a estabelecimentos comerciais e a residências é preocupante, sendo por isso necessários «polícias fardados à noite para dissuadir a prática do crime».
Segundo o bastonário, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR), que estão vocacionadas para a segurança, «não estão a cumprir cabalmente as suas funções» devido «à influência do sindicalismo nas forças policiais».
O bastonário dos advogados, Marinho Pinto, criticou a acção da GNR e da PSP ao considerar que as duas forças de segurança «não estão a cumprir cabalmente a suas funções» e pediu mais polícias nas ruas durante a noite.
«O que se está a passar no país é muito preocupante. Nós não temos Polícia durante a noite», disse António Marinho Pinto na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde foi ouvido no âmbito da discussão na especialidade das Leis de Segurança Interna e de Organização da Investigação Criminal, assim como do Conselho para a Prevenção da Corrupção.
O bastonário da Ordem dos Advogados sublinhou que durante o dia «os polícias amontoam-se nas esquadras» das grandes cidades, mas à noite «estão completamente abandonadas» e muitas vezes «entregues a jovens inexperientes»
terça-feira, 24 de junho de 2008
LAMEGO, ESQUADRA!... PORQUÊ?!...

quarta-feira, 18 de junho de 2008
ESQUADRA DE LAMEGO

quarta-feira, 11 de junho de 2008
NO BOM CAMINHO
De momento o Blog está adormecido com a crise dos combustíveis e com o Euro 2008. Notícias até as há, mas como ninguém além de nós quer colaborar, tomando a iniciativa de participar enviando textos para o email, nós também vamos comprar uns amendoins, umas cervejas, e aproveitar para carregar no botão do comando da TV e assistir à alegria do Povo. Porque é isto que o meu povo gosta: futebol. Os problemas podem esperar...
sexta-feira, 30 de maio de 2008
DEVIAMOS ESTAR CONTENTES COM O SALÁRIO
Desculpem caros leitores, mas estas palavras são Sábias.
Só um Sr. Oficial iluminado, uma personagem inconsciente saída de uma triste comédia e um bom líder possui esta clarividência para utilizar esta terapia de choque para motivar o pessoal.
Pessoal que não progride de escalão há 3 anos, pessoal que viu o SAD/PSP abandonar os familiares, possuem salários abaixo da média na função pública (vejam os índices 100 da função pública para ver onde estamos posicionados), sem subsídios de risco, nem pagamento de horas nocturnas, feriados, e, com carga horária por regulamentar à vontade das necessidades, sem viatura do serviço para se deslocar (também eles têm carácter permanente de disponibilidade), sem habitação por conta do estado, sem mordomias e ajudas de representação, sem isenção de horários, sem equipamentos de protecção individual para lhe garantir alguma protecção contra actos violentos, sem apoio nos turnos nocturnos, fins-de-semana e feriados, e com apoio moral desta espécie!
Reduzindo-nos ao nosso burgo, até dá para questionar, quem não se lembra de outro iluminado que há uns anos passou aqui por Lamego que disse na sua primeira reunião de apresentação: “ Comigo os problemas pessoais do pessoal ficam lá fora do portão!” – lembram-se? Pois esteve cá pouco tempo... Antes, outro dizia que só vivia da polícia, mas… Antes…
Assim, caros colegas, para não se fugir do assunto, como dizem o ditado: “ Fala só quando aquilo que tens para dizer é mais importante do que o teu silêncio.”- devemos aprender a estar calados.
Salutar, um ar de esperança de tempos pacíficos foi ouvir o novo Sr. Comandante Distrital de Viseu, ontem, numa reunião tido ontem em Lamego, dizer aquilo que disse. Promete. Mantenha-se assim e vai ver que o pessoal, o bom pessoal, tirando os “lambe botas”, porque essa espécie de pessoas há em todo lado, dar-lhe-ão bons motivos para com nobreza os Comandar.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
O "PATRÃO" ESTEVE EM LAMEGO
terça-feira, 6 de maio de 2008
PENSAMENTO DO DIA
quarta-feira, 30 de abril de 2008
CHEFIA E LIDERANÇA
O génio diz: "Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês".
"Eu primeiro, eu primeiro", grita um dos agentes: "Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!" Puf! e ele se foi.
O outro agente apressa-se a fazer o seu pedido: "Eu quero estar no Havai, com o amor da minha vida!" Puf e ele foi-se.
"Agora você!", diz o génio para o chefe. "Eu quero aqueles dois de volta à esquadra logo depois do almoço", diz o chefe.
Moral da história:
Deixe sempre o chefe falar primeiro.
terça-feira, 29 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
UMA HISTÓRIA SOBRE HONESTIDADE
Conta-se que por volta do ano 250 A.C, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava as vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.
No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar em casa e relatar o fato a jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir a celebração, e indagou incrédula:- Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu:- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, e isto já me torna feliz.
À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, as mais belas jóias e as mais determinadas intenções.
Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:- Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu as profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos, etc...
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.
Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.
Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção.
Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado ?
Então, calmamente o príncipe esclareceu:- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.
Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
NOTÍCIA ON-LINE - DIÁRIO XXI
Concentração em Lisboa relembra 19 anos do «Secos e Molhados»
Segunda-Feira, 21 de Abril de 2008
Várias estruturas sindicais da PSP realizam hoje, no Terreiro do Paço, uma concentração para lembrar os 19 anos do «Secos e Molhados», a primeira grande manifestação dos polícias portugueses. Contudo, esta concentração, para além de lembrar a luta dos agentes, servirá igualmente para as estruturas sindicais relembrarem ao Governo certas reivindicações que têm vindo a fazer ao longo dos últimos anos
Vasco LopesÉ comum dizer-se que, entre as conquistas do 25 de Abril de 1974, contavam-se direitos como a liberdade de expressão, de associação ou de organização sindical. Isto pode até ser verdade para a esmagadora maioria da população portuguesa, mas, para a Polícia de Segurança Pública, o «25 de Abril» acabou por chegar muito mais tarde, num episódio cujas imagens correram Mundo: o «Secos e Molhados».Até 1985, o regulamento da PSP regia-se por normas draconianas. Por exemplo, qualquer indício de associativismo, mesmo que injustificado, dava direito a que os agentes acusados fossem imediatamente detidos, sem direito a defesa - bastava uma participação superior para dar direito a ir dormir umas quantas noites à esquadra da Reboleira. Falar mal da situação da PSP era completamente proibido à luz dos regulamentos da época, mesmo que muitos aspectos gerassem grande insatisfação. Basta lembrar que muitos polícias dormiam em camaratas arruinadas ou em quartos alugados (que «levavam» uma fatia substancial do ordenado), mas nem uma palavra poderia ser dita a propósito, já que tal equivaleria a uma punição.Uma das grandes lutas da época dizia respeito às folgas. Os agentes tinham direito a apenas um dia de descanso quinzenal, mas, se tivessem que realizar um serviço gratificado, até mesmo essa folga deixava de existir. “Por isso, muitos agentes passavam meses e meses sem ver a família”, relembra António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP) e um dos pioneiros do sindicalismo da PSP.A COBERTO DA NOITEDo mesmo modo que, durante o Estado Novo, existiram grupos políticos e/ou de oposição ao regime na clandestinidade, ao longo de uma década e meia, formaram-se grupos de agentes da PSP que não estavam dispostos a deixar de lutar pelos seus direitos. Não podemos falar ainda de sindicatos, mas sim de associações clandestinas, que se reuniam aqui e ali no maior secretismo. “Muitas vezes, a coberto da noite, colava faixas e cartazes em dois minutos e, logo a seguir, punha-me em fuga”, contou ao NM António Ramos.21 DE ABRIL DE 1989Dias antes dos 15 anos da Revolução dos Cravos, teve lugar uma manifestação, que, de certa forma, foi uma espécie de «25 de Abril da Polícia».Naquele ano de 1989, as estruturas «pré-sindicais» da PSP aperceberam-se que já teriam uma adesão bastante significativa, embora existisse ainda um certo receio de dar um primeiro passo significativo. A 10 de Março, seis agentes dirigiram-se ao Ministério da Administração Interna e pediram para ser recebidos pelo ministro Silveira Godinho ou por um secretário de Estado, mas acabaram por falar apenas com um funcionário ministerial. Nada saiu deste encontro.No dia 21 de Abril, tem lugar um grande encontro na Voz do Operário, onde, inclusivamente, participaram Torres Couto (ex-secretário-geral da UGT) e Carvalho da Silva (secretário-geral da CGTP), que, apesar de não terem entrado directamente nos confrontos que se seguiram, acompanharam a marcha dos agentes da PSP até ao Ministério da Administração Interna. Uma vez mais, os agentes exigiram ser recebidos por Silveira Godinho, mas acabaram, isso sim, por receber voz de prisão.«SECOS E MOLHADOS»Para dispersar a manifestação em frente ao ministério, Silveira Godinho deu ordens para avançar o Corpo de Intervenção da PSP, mas muitos agentes recusaram-se a carregar contra colegas seus. Por isso, foi um Corpo de Intervenção recrutado à pressa que acabou por recorrer aos canhões de água para tentar dispersar os agentes concentrados no Terreiro do Paço, que, por seu turno, não desmobilizaram.As imagens dos polícias encharcados, formando um cordão humano numa das principais praças de Lisboa, foram filmadas, passaram na RTP e correram Mundo, como um alerta para a situação dos polícias em Portugal. Os manifestantes passaram a noite da esquadra de Queluz (na Reboleira, recusaram-se a recebe-los), mas saíram vencedores da contenda: Silveira Godinho acabou, pouco tempo depois, por sair do Governo, sendo substituído por Manuel Pereira.Em 1991, com a Lei 60/90 de 20 de Fevereiro, os agentes da PSP passaram a ter direito à liberdade associativa, ainda que de forma muito restrita. Em 2003, já no Governo de Durão Barroso, viram reconhecido o direito à liberdade sindical (e, actualmente, existem vários sindicatos da PSP), embora, como contrapartida, tivessem que ceder num aspecto: o direito à greve, ainda hoje não reconhecido.
A luta ainda não terminou“Em certos aspectos, estamos pior hoje do que em 1989, apesar de termos conseguido uma folga semanal”, comentou António Ramos (que esteve na primeira linha do «Secos e Molhados», que, apesar de tudo, não deixou de afirmar: “Mas valeu a pena”. Por isso, a concentração de hoje, que começa às 17h30, servirá não só para relembrar o «Secos e Molhados», mas também para chamar a atenção das populações para algumas das reivindicações dos polícias, como a questão da idade de reforma ou do sistema de saúde da PSP, que sofreram grandes alterações com este Governo, na época em que António Costa ainda detinha a pasta da Administração Interna.
terça-feira, 8 de abril de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
O QUE É ISTO?...
Meu Senhores, isto será verdade?
Então, estamos a evoluir…
Uma viatura destas está habitualmente parada na recta entre o Ramalhão(Sintra) e o Autódromo do Estoril.Outra no IC19 entre Mem martins e a saída para Mafra/Ericeira etcNovo modelo de radar - DIVULGUEM!!
Isto já cá está!Prevenir ..... sim! Educar ... sim! Sensibilizar ... sim! ...Caçar, á procura de €uros, NÃO!Aquilo não é um radar é uma 'arma' de caça!
E agora diz-me:Não tens pena de viver num País assim?
créditos ao autor.
sexta-feira, 21 de março de 2008
NÃO HÁ SUBCHEFES NEM CHEFES

Inédito, surreal, inexplicavél, apenas um chefe escalado e a prestar serviço..., durante a época da Pascoa. Como é possível?!... Os restantes foram de Férias, Baixas e Assistência e muita, mas mesmo muita má gestão.E agentes?!... São as férias, baixas, diligências, mas ficaram alguns "escravos" para fazer o trabalho.
E, finalmente, Oficiais, "no coments"...
quarta-feira, 19 de março de 2008
AVALIAÇÕES DO MÉRITO
As avaliações ao mérito feitas ao pessoal que presta serviço em Lamego estão feitas. Os avaliados estão a receber as notas." Quantas são. Venham elas, não tenho medo de ninguém!..."
Pois é, mas 5 valores numa escala de 10, faz ferver os azeites a qualquer um...
Contudo, bonito vai ser quando estas avaliações se refletirem nas progressões: em 3 anos tem-se de ter pelo menos 2 (duas) de Bom ( 6,7 ou 8 valores).
Com o 5 (cinco), é só Suficiente...












