terça-feira, 28 de maio de 2019

é da minha vida que falo- maio 2019



O que se passou ontem, em Lisboa, é uma lição de vida... Apesar de viver e estar no Século Vinte e Um continuam as pessoas más a queimar outras pessoas tal qual no tempo da inquisição e santo oficio... não na fogueira, mas na dignidade pessoal. E o Povo, neste caso, profissionais na forma de povo, deslumbra por sangue e lágrimas! O mesmo Povo burro, estúpido, ignorante obviamente que o representante do Papa escreveu na sua visita a Portugal. Vá lá façam o mesmo aqui a este idiota... mas mostrem as trombas... 
Desafio essa cambada de anormais que lançaram uma petição na NET, a fazer o mesmo ou para alguém me "expulsar" daqui... da PSP... de Portugal... da TERRA... enviem-me é para bem longe das vossas atitudes de bestialidade humana.
Apelo ao coração, ao sentimento: quanto de vós, vis acusadores, estiveram minutos a segurar a cabeça de um camarada, colega, perfurada por uma munição, vitima de suicídio? Vá...quantos?
Olhem... estive eu... e todos os dias, horas, minutos... essa memória não sai da cabeça. Mas não paro... nem pararei... 
Sabeis vós o que é sangue humano, de um amigo, de um colega, nas vossas mãos, nas vossas roupas?
Sabeis vós o que é motivar a Vida e gritar para que a Morte não leve o colega que verte sangue pela boca, nariz... e pelos dois orifícios da cabeça.
Sei EU. Sinto EU.
Se o Morais errou ou não, não arrogo a competência humana a julgar, nem a apontar o dedo? Não sinto as percepções dada pelos sentidos do que viu, ouviu, cheirou, tocou...
Não fosse amante da Vida e daquilo que faço, por respeito a esta pessoa, abria o meu diário... 
Um diário que tem nomes, locais, ocorrências... um diário onde a Vergonha tomaria conta de vós - vis crápulas-, escondidos debaixo de um perfil e não só e de pessoas Honradas, Honestas por ter conhecimento do que está lá escrito. Factos. Registos. 
Mais uma vez, ontem, apesar da minha boa disposição, porque ao contrário de muitos de vós eu gosto de confusão, gosto de ser picado, gosto de sentir-me vivo, senti pena de muitos de vós. A vossa inutilidade não sabe CONSTRUIR. Só destruir.
Sois pequenos... muito pequenos.

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