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sexta-feira, 15 de julho de 2016
terrorismo... terror... medo... outra perspectiva.
Ao longo dos meus 40 e tal anos de vida aprendi que a prevenção é essencial em tudo na vida.
Mais tarde, quando frequentava o primeiro trimestre do curso de engenharia informática e telecomunicações, na disciplina de fundamentos de programação, encontrei a designação certa para aquilo que sempre fazia, mas não tinha nome: encontrar formas de resolver um problema através de uma coisa que se chama Algoritmo.
Ora, na vida, temos tendência a complicar o que é simples: um individuo não sabe nadar, não tem colete de salva vidas, mesmo assim sem medir os prós e contras, deita-se deita-se à água... chama-se os bombeiros, o INEM, mas estes demoram muito tempo... há um conjunto de problemas, mas no final abre-se inquéritos, atribuísse culpas a todos, menos ao estúpido que sabia que sabia que não sabia nadar, mas mesmo assim entrou na água...
Voltemos ao terrorismo...
Desde que há Humanidade, o Homem fez, causa, sofrimento aos outros, de variadíssimas formas mas todas como finalidade para atingir um fim. No inicio matou-se por ciume... matou-se por mulheres... por terra... por dinheiro... por loucura... por religião...
Basta pegar na Bíblia e só se lê MORTE, MORTE...
Há actualmente um paradigma: queremos lutar contra as formas de TERROR ou fazer de conta que lutamos?
Obviamente, muitos fazem de conta.
De manhã ouvi todos os canais de informação a dizer que A, B e C enviaram condolências, manifestaram isto e aquilo, sobre o que se passou em NICE.
Contudo, um ingénuo cidadão português, sentado na cama, reflecte: «então mas isto é a realidade diária há milhares de anos em GAZA, na PALESTINA, em Israel, há centenas na Europa, na América, na Ásia...»
Lá ouço mais uma vez o Nuno Rogeiro, o General A e B... tanta verborreia, tanta sabedoria, tanto conhecimento... e lá ouço mais uma vez o Presidente Hollande, a «França c´est fort»...
Forte ou fraco, sem por experiência pessoal e profissional, que a segurança é uma utopia! Nunca é perfeita, nem nunca será... podemos evitar riscos, claro que podemos, como, antes deles acontecerem...
E, sem reclamar, sem pormenorizar digo como: apostar na Educação, nas forças de Segurança Interna e Externa e na realização da Justiça.
Tudo o mais que disserem, é retórica, mentira e farsa ou manipulação intelectual e pensamento das pessoas.
Desde sempre que me recordo admiro o Povo de Israel... não tivesse chorado lágrimas quando assisti à serie Holocausto e quando li 3 volumes sobre a 2 Grande Guerra.
É como digo: tenho 24 anos de policia, fui militar no exército portugues durante 13 meses, durante 5 anos protegi as residencias de altas individualidades portuguesas e o sr. embaixador de Israel. Sei como, quando e de que forma é feita a segurança a eles e a nós...
E, lamentalmente, não abdico de começar por me defender primeiro a mim... ou seja, se eu não me proteger como poderei proteger outros? Se eu não tenho meios para me defender, como posso defender outros?
Meditem e depois chegarão a algumas respostas... terei que ficar por aqui.
Verbalizando Moita Flores: «Qualquer pessoa Mata... desde que seja levado a isso». Citou isto em Lamego.
Ainda agora acabei de escrever algo no facebook, a seguir, fui bloqueado, mas aqui fica:
«Pois não... infelizmente... os que morreram há muitos anos através da inquisição... os Povos que foram dizimados por Portugal e Espanha para lhes levar Cristo... já no século 20 os atentados na Alemanha, em Israel, em Gaza, em Londres, em Espanha, em França, nos EUA, em África etc.... por todo o lado também não se revêm no que escrevo...
Muitos andam demasiados distraídos e a pensar que as coisas só acontecem aos outros ou a pensar muito alto quando tudo é simples: motivação humana individual ou colectiva...»
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