sábado, 27 de junho de 2015

isto não se faz

Ao longo de toda a nossa vida profissional, nós os policias, desejamos viver uma vida digna e se preciso for, morrer! Mas com dignidade, a respeitar e ser respeitado. 
Quase todos nós, os policias, não me refiro ao policia X ou Y, respeitamos a dignidade da pessoa humana. Diariamente, contra vontade mas por ética profissional e cumprimento de deveres, protegemos os inocentes e os culpados. Os criminosos e os ofendidos. Protegemos quem nos agride e quem é agredido por "nós". Mas, como seres humanos que somos, todos nós temos momentos de fraqueza, por vezes até de loucura. O carácter, a personalidade e o receio de futuras consequências, de cada um de nós, segura-nos, amarra-nos aos princípios atrás referidos, da legalidade, da ética e da moral.

Perante estas imagens, o monstro que qualquer um de nós tem por dentro, manifesta-se e é levado ao limite e esquece a ética e só se lembra da moral. Isto não se faz.
Pessoalmente, não queria estar na "pele" deste colega... não pela dor física, mas pela aquela dor que não se vê. Sente-se. Mas, pior ainda, não queria estar na pele destas "bestas" que fizeram isto e são capaz de coisas bem pior.
Não somos políticos, nem temos o Poder de mudar paradigmas, sociais e culturais. Neste caso, fazendo uma analogia com uma pessoa que conheço, logo que ele recuperasse, entregava a arma e o distintivo à PSP... 
No dia seguinte, aconteceria o que Deus quisesse...

«Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens» - Pitágoras.

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